Revista Capricho - janeiro 1996

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E damos um salto no tempo. A última edição que postei foi de dezembro de 1994.

Lembrando que você pode acessar todo o ano de 94 e 95 nos arquivos do blog.

Gostaria de poder reeditar as postagens antigas (tenho achado algumas tão feias, toscas e vazias de informações) mas se eu for mexer nisso, é aí que não posto nada de novo, rs. Então me desculpe o auê...

Agora vou postar todas as edições que tenho do ano de 1996 e algumas de 1997. Não tenho todas as edições desses anos por que a partir do mês de abril de 96 a revista foi repaginada e eu não gostei, você verá conforme eu for postando.

Agora vamos curtir a antepenúltima Capricho neste formato.





Garota da capa dispensa apresentações, não é?




Durante o tempo em que fui assinante me recordo de participar apenas duas vezes de promoções. A primeira foi essa. 

Enviei duas fotos minhas, uma de corpo e outra de rosto e como vocês devem lembrar, fui uma VJ de grande sucesso na década de noventa, apresentava o top top e fui muito famosa graças a revista Capricho ter me selecionado – só que não! Kkk.

Aí está a vencedora. Só para constar, não fui chamada para um teste de vídeo ou entrevista, fui lindamente ignorada, rs.





Mais um questionário nunca enviado, mas que deixou registrado para a posteridade da humanidade o meu perfil quando adolescente.

O engraçado é ler que com 50kg eu me achava gorda, ahahahahahah. O que a Rafaela daquela época diria se eu contasse meu peso atual?





Falar o que do colírio, hã?





Apesar de fazer brincadeiras com as dicas do “certo e errado” a revista também fazia um serviço para suas jovens leitoras que estavam começando a definir o seu estilo e escolher suas roupas.





Música tinha um espaço tão pequeno dentro da revista, que não é de se estranhar que muitos assinantes tivessem também a revista Bizz, para acompanhar mais de perto o que acontecia com seus artistas preferidos.

Saudades dos Mamonas?





Georgiana Goés representava a minha personagem favorita no seriado Confissões de Adolescentes.

Adorei quando ela apareceu naquele comercial das Havaianas, lembram? Se já me identificava com ela antigamente agora então...

Nessa foto em que estou com a linda da Débora Nascimento, não sei se ela está com o maior sapato de salto que ela tem, mas eu estava, kkk.




Mocinhos, nem tão mocinhos...






Como eu sou antiga!!!

Não, mentira, sou vintage mesmo, kkkk.

Nem consigo, ou quero me lembrar de quando eu era adolescente... e o sonho era um computador com uma placa fax/modem para poder fazer conexão discada com uma internet mega, ultra, máster, blaster, lenta, ahahahaha.

E só depois das 22 horas, quando o pulso era mais barato, é claro.





A referência entre as meninas era Alicia, com sua patricinha de Beverly Hills e com seus dois clipes do Aerosmith. Como não lembrar de Crazy e Cryin'?

Amava tanto as músicas como os clipes que passavam incansavelmente na MTV.



A propósito, adoraria que Alicia tivesse ficado com o papel, mas parece que desde aquela época, Leonardo DiCaprio já fazia exigências sobre suas parceiras nas telonas.




Naquela época os “bombados” como diz meu marido, não estavam na moda. Atualmente até em seriados de época encontramos atores trabalhados no músculo, mas naquela época as referências eram outras. Olha só:



Eu ia dizer que o único que fazia a minha cabeça naquela época era o Van Damme, mas tinha também o Bruce querido Willis. Adoro vocês gatos, mas atualmente tenho preferido algo assim... Kkk.


Se eu não sobreviver após esse post, você já sabe a razão, ahahahaha.
Mas eu só digo uma coisa, valeu a pena, ê ê.... Valeu a pena, ê ê!
Hahahahaha.




Agora falando sério e voltando ao passado, o editorial era sobre... 
Tira a calça jeans, põe o fio dental, morena você é tão sensual.... Ahahahah. 

Então resolvi avacalhar de vez, mas veja querida amiga leitora, essa música fez parte dessa década, então não estou tão pirada assim, rs.

Ok. Veja como as calças eram leandas e sinta inveja de não ter vivido nessa época – Kkkk.







Gente nem vou falar do carinha dessa última foto... deixo para você tirar suas próprias conclusões, ahahahaha.




Naquela época, naquele verão os shorts jeans também faziam parte do figurino da temporada, vejamos se você resgataria algum desses para usar atualmente.









Era assim que sabíamos o que acontecia no mundo da moda, das modelos, marcas e estilistas. Sem internet as informações vinham assim pequenininhas, pequetititas.





Aqui o que era de mais cool na época, olha só... até um walkman resistente à água! Quem lembra? Eu tive um normal mesmo, esses da Capricho eram sofisticados de mais para mim, kkkk.




Lembram dessa turminha? Depois do seriado Confissões de Adolescente, Barrados no baile era o meu favorito também!

E tudo isso em fita VHS, alguém lembra? Diga que sim por favor!!!





No ano passado rimos muito dos sapatos feios dos anos de 94 e 95. Será que em 1996 eles ficaram mais bonitos?

Você confere!







Espero que tenha gostado de folhear mais essa revista comigo. Eu particularmente adoro compartilhar e rever o que passou.

Já tenho as fotos da edição de fevereiro prontinhas, basta só um tempo para eu poder editar e colocar aqui.


Obrigada a todos que passam por aqui e acompanham o blog mesmo desatualizado e principalmente as mensagens que recebo de incentivo para não desistir. Vocês fazem a diferença em minha vida! Obrigada de coração <3.




Um ótimo mês de setembro para você e até breve.



Livros do primeiro semestre 2014

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E aí?!

Sei que a maioria dos meus leitores esperam para ver o próximo post da Capricho que prometi...

Mas também tenho meus caprichos e quero deixar aqui os livros que li nesse primeiro semestre de 2014, que é um dos motivos da minha ausência no blog.

Separei as imagens do meu instagram para esse post. Espero que curta!
Sem muita enrolação vamos a eles:


Bridget Jones, louca pelo garoto.


Fiquei na dúvida se iria gostar do livro, já que de cara sabemos que Bridget está com dois filhos pequenos e viúva de Mark Darcy. Como continuar sem ele?

O que eu posso dizer é que amei o livro!

Se eu fosse um personagem da literatura seria uma mistura de Bridget Jones e Becky Bloom. Esse livro é perfeito, emociona e faz rir. Deixa uma mensagem de que as coisas nem sempre são perfeitas ou saem do jeito que queremos e nem por isso deixam de ser boas.

Não acho que seja uma leitura para adolescentes, já que a temática é sobre uma mulher de 50 anos e com filhos pequenos. Eu me identifiquei, como sempre!




A cidade do sol



Esse livro me foi emprestado e não foi uma leitura fácil, estória triste e muitos fatos reais do Afeganistão fazem pano de fundo para contar a vida de duas mulheres, que pouco tem em comum mas veem suas vidas entrelaçadas pelo destino.

Para quem curtiu O caçador de pipas recomendo esse livro que segue o mesmo estilo.



Cidades de papel



Mais um livro que tipo... não tem um final, daqueles com desfecho sabe como? Mas não deixa de ser legal.

Obviamente essa leitura esta fora da minha faixa etária, acredito que adolescentes vão gostar bem mais do que eu, mas mesmo não fazendo parte do público alvo do livro, gosto do estilo do autor.




A culpa é das estrelas



Depois de ver esse livro por todo lugar resolvi ler antes do lançamento do filme. Eu gostei do livro, entretanto, em um caso raro, gostei mais do filme do que do livro. O filme me emocionou mais.

Impossível passar por ele sem ser tocado de alguma forma. Recomendo.



 Jardim de Inverno



Não recomendaria esse livro para quem não curte ler, porque a estória é amarrada no início o que pode fazer o leitor desistir, mas assim como aconteceu com o livro A hospedeira (que é muito, mas muito mesmo, melhor do que o filme) depois que a estória engrena é impossível parar e vale cada página lida.

Confesso, fui lendo de má vontade e terminei me acabando em lágrimas. Muito bom, mais um livro que super recomendo!





Juntos para sempre



Mais um ótimo livro. Esse me foi emprestado por uma senhora que pouco me conhece, entretanto acertou em cheio, adorei.

O livro conta a história de um advogado que tem um sonho recorrente em que uma moça é queimada na fogueira e ele promete amor eterno, até que em uma viagem a moça do sonho aparece, será que ela tem o mesmo sonho? Seria algum sinal de conexão entre eles?

Essa é a estória do livro Juntos para sempre. A leitura é rápida e muito bem narrada pelo autor Walcyr Carrasco. Recomendo.





Uma prova de amor


Falou em Emily Giffin estou dentro! Gosto muito da autora, mas senti falta de um final. Entendo que a autora quis contar aquele pedaço da estória, entretanto queria mais.

Claudia não pretende ser mãe e até desistiu de encontrar alguém que aceite esta sua escolha, mas, então, ela conhece Ben. O amor dos dois parece ideal. Ben é o marido perfeito e também não quer crianças. No entanto, o inesperado acontece: um dos dois muda de ideia a respeito dos filhos. E, agora, o que será do casamento dos sonhos?

Uma Prova de Amor é um livro honesto sobre o que acontece ao casal quando, de repente, os compromissos assumidos já não servem mais.




 Laços Inseparáveis




Mais uma da Emily Giffin, esse livro e o Questões do Coração, na minha opinião são os melhores.

E pra quem achou, como eu, que o livro Uma prova de amor ficou sem final, a personagem reaparece nesse e com os detalhes que esperava ter lido naquele livro. Fiquei feliz!

Gosto de como os personagens se misturam nas obras de Emily. Assim aconteceu com os outros livros da autora: O Noivo da minha melhor amiga, Presentes da vida e Questões do Coração.

Clubes de livro terão muita coisa para abordar com esta obra. Relacionamentos difíceis entre mães e filhas e segredos que escondemos de quem amamos fervilharão pelas páginas. (USA Today)

Isso sem falar das ótimas bandas e músicas de rock que fazem parte da história que tem início nos anos noventa. Adorei




O segredo do meu marido



Era para ser uma leitura tranquila, para ler no carro, enquanto aguardava as crianças ou uma consulta, mas que nada! Fiquei viciada, pensava e discutia os acontecimentos de cada etapa da história... Amei o livro!

Instigante, envolvente, franco, uma grata surpresa. Comprei sem muitas expectativas e me deparei com um romance incrível, de uma autora inteligente, criativa e sensível. Valeu!

Sem sombra de dúvida o melhor livro desse ano, até agora.




Trilogia Delírio



Essa é mais uma distopia, como Jogos Vorazes, Feios, Divergente, entre outros. Se liga no enredo do primeiro livro:


Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos.
Lena Haloway está entre os jovens que esperam esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor. Depois de curada, será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?


Quando se fala de uma trilogia, qualquer coisa que se diga dos próximos livros, estragam a leitura para quem não leu, afinal tratam dos acontecimentos finais dos anteriores, por isso vou só contar o que eu achei no geral, sem falar dos acontecimentos.


Delírio

O primeiro livro é muito bacana, a autora tem uma leitura fluída e poética, o que deve agradar o público alvo, categorizado hoje como Jovens Adultos (new adult).


Pandemônio

No segundo livro a autora resolve ampliar os fatos que acontecem na sociedade entre os curados e não curados.

Achei que ela se afastou da estória original buscando acrescentar elementos já consagrados em outras sagas como: triângulo amoroso e guerras, o que nesse caso não foi uma aposta acertada.

Réquiem

Último livro da trilogia, é onde tudo seria resolvido e explicado, mas ao contrário do que se imaginava a autora estava animada para escrever novos acontecimentos e incluir novos personagens.

Sabe quando o livro vai chegando ao fim e nada foi explicado ou resolvido e você percebe que alguns personagens não terão destino ou tudo será contado em poucas linhas?

Foi assim que me senti no fim do livro e para minha decepção o livro não tem um desfecho para seus personagens, não há explicações e a estória fica em aberto, deixando para o leitor tirar suas próprias conclusões.

A saga merecia ganhar mais um livro, mas a autora já sinalizou que isso não irá acontecer.




Se eu fosse fazer um top 5 dos melhores dessa lista, ficaria assim:
  1. O segredo do meu marido
  2. Bridget Jones, louca pelo garoto
  3. Laços inseparáveis
  4. Jardim de inverno
  5. Juntos para sempre



E é isso. Espero que tenha gostado de saber mais sobre esses livros que podem ser a sua próxima leitura ou uma ótima dica de presente para seus amigos e familiares.


Até breve!






Retornando aos poucos com novidades

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Depois de um longo inverno, ou seria longo verão e primavera? rs. Aqui estou eu para contar o que eu tenho feito.

Pois bem, vou para a academia diariamente, sou praticamente uma rata de academia, uma marombeira, mas antes que pense: “nossa como ela é focada e bem disposta”, deixa eu te dizer que eu vou por que sou obrigada!

Ok, obrigada é demais, mas veja, eu tenho que acordar cedo todos os dias para aprontar e levar as crianças para a escola e depois que já estou em pé e bem acordada não adianta voltar a dormir, então me arrasto até a academia e pronto, dever cumprido.


Outra coisa que tenho feito em meu tempo livre é ler. Normalmente leio dois livros, um fica em casa e outro no carro, para ler enquanto espero as crianças na aula de piano e da natação. Tem rendido!

E por fim, separei as edições da revista Capricho que tenho de 1996, não são muitas, principalmente por que esse foi o ano em que a revista mudou e ficou parecida com a revista Veja, tanto no formato quanto nas folhas finas – não gostei, e algumas foram para o lixo. 

Entretanto estou separando as que tenho para postar e matar a saudade de todos que curtem uma viagem ao túnel do tempo.


É isso, o próximo post virá com os livros que li e posteriormente o post da revista Capricho.



Até breve!



Revista Capricho - Dezembro 1994

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E não é que eu sumi mesmo?

Pois é... este post da Capricho me desanimou... comecei ele e não conseguia terminar e você vai entender o porque quando chegar ao final da revista comigo.


Nesse meio tempo tanta coisa aconteceu, eu queria falar dos livros que li, da minha ida ao dermatologista e as receitinhas de beleza que iniciei para remover manchas da pele, cuidar da queda de cabelo e combate a celulite... Ah tanta coisa.



Mas lá estava eu sem conseguir terminar esse post... Eu olhava para as imagens e tinha uma preguiça gigante de ter de lidar com a... Luana Piovani – pronto falei! Ela não está na capa, mas... bem... melhor você conferir.





Procurei por onde andava essa modelete da capa, mas não encontrei nenhuma referência atual dela, inclusive, não encontrei ela nem no conteúdo dessa revista, kkk.


Certo e errado, a sessão favorita das leitoras, uma prévia dos blogs que xoxam celebridades, bloguetes e afins hoje em dia.








A música sempre teve um espaço pequeno na revista e dessa vez apenas noticiava o lançamento de dois álbuns que marcariam a década de noventa.





Reuni algumas matérias com carinhas conhecidas, outras nem tanto, mas que estavam em alta nesse ano de 1994. Confere:







Uma das coisas que eu gostava na Capricho eram as pequenas curiosidades que a revista trazia a cada edição. Olha o que tinha nessa revista...









Agora uma retrospectiva desse ano, os principais acontecimentos. Separei apenas algumas imagens para relembrar um pouco o que rolou nesse ano! 

Sim, por que era muita coisa... a revista estava gordinha - eu sei, eu sei... se ela vem magrinha eu reclamo e quando vem gorducha, não aguento editar tudo, ahahahah 

Aloka.














Eu costumo reclamar que na minha adolescência, nós meninas, não tínhamos Zac Efron, Robert Pattinson, Taylor Lautner, Liam Hemsworth e todos esses astros teen de hoje em dia, os “galãs” sempre eram mais velhos...

Mas isso não quer dizer que eles eram ruins, principalmente esses dois aqui:






Nesse ano de 1994 a Capricho fez uma pesquisa com as leitoras para saber os eleitos de 1994 em cada categoria.

Obviamente eu respondi e não enviei a minha cartinha para a redação. Então se minha opinião ainda estiver valendo alguma coisa, titia Capricho... aí estão elas... com apenas 20 anos de atraso, kkkk.







Agora pronto! O motivo do meu desânimo em editar esse post... Um não, vários editorias com a modelete favorita da Capricho. Confere e tente se divertir.


Ok, não vou ser injusta, a Luana não esta vestida de Patropi, ela esta fazendo uma versão inglesa do Patropi, ahahahahaha.















O que eu tenho para te dizer é que eu não inclui todas as fotos, sim, tinham outras, tinha inclusive várias páginas de making of!

Só que... cansei – e decidi que não sou obrigada, pronto falei. Hahahahahaha. 

Vamos virar a página, ou melhor, as páginas para ver o que o final da revista nos reserva.

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Agora uma pausa para a minha imaginação, enquanto viro as páginas:

Mas aí a Luana Piovani estava fazendo um lanchinho e não poderia fazer o editorial de beleza... então a titia Capricho resolveu dar uma chance para essa modelo nova, essa tal de Gisele Bündchen, tudo bem que ela tem o pé feio, mas não dá para fazer toda a revista só com a Luana Piovani, por mais que esse fosse o sonho de natal da Capricho em 1994.

Então agora com vocês essa modelo nova... Gisele.







E é isso. Espero voltar mais vezes, para realmente falar de coisa boa e não é da top term... livros, experimentos de beleza, filmes e muito mais.

Mas por hoje é só... pois se eu cansei e levei quase um mês para terminar esse post, o que dirá você que teve de engolir tudo isso em dose única, rs.


Até a próxima!



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