Vilma – E a competição materna

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Oi, sou a Vilma, dizem que sou o alter ego da Rafaela, mas isso não é verdade e vocês vão perceber que tenho vida própria e digo coisas que a dona da casa não teria coragem de contar.




Chega de explicações, vamos ao que interessa!

Você é mãe? Se é, sabe que depois de ser mãe, você entra em uma competição mesmo sem querer, tem um filho? Então está no jogo das comparações, queira você ou não. Começa lá na gravidez, medindo o tamanho da barriga...

Ao longo do tempo você vai descobrindo como os filhos dos outros são superdotados.

Esses dias ouvi de uma mãe que a filha dela de 4 anos, mesma idade da minha filha,  é muito experta, veja só você, ela já sabe mexer no Ipod, passa horas jogando, sabe ligar e desligar.

Eu só pensava na minha filha sentada feito uma buda em cima do meu note e eu torcendo para o dito voltar a funcionar, depois de berrar com pequena vândala...

A filha dela também adora um celular, é incrível a habilidade dela com o aparelho, praticamente faz um interurbano para o Japão e manda mensagens de texto para os colegas da escola.

Depois contou que ela já sabe falar os números de um a dez em inglês... E eu só pensava na minha maluquinha com um bigode sujo de suco, que ela toma no copo de Cica, cantando ex my love pela cozinha.

A filha dela, pinta e desenha muito bem, faz todos os dedos da mão e mais uma vez pensei na minha filha pichando as paredes da minha casa.

Ahh a filha dela é muito organizada com os brinquedos... e eu pensando nos pedaços de brinquedos quebrados que junto pela casa semanalmente.

Ela praticamente comprovou por A+B que eu tinha uma retardadinha em casa, afinal para tudo o que ela falava, não ouvia de mim como resposta “a minha também”.

Enquanto eu pensava aonde foi que eu errei, vi uma fralda dentro da bolsa dela, perguntei:

- De quem é essa fralda?

Teria ela outra filha?

- Ahh é da fulaninha, ela ainda usa fralda à noite, só para dormir, ainda mais quando ela toma o leite na mamadeira de madrugada.

Usa fralda? Ainda mama? E de madrugada? – pensei comigo.

Eu não queria brincar disso, não gosto de comparações, mas fui obrigada...

E depois dessa, passei a mão na minha maluquete, uma pequena vândala juvenil e chega de papo, virei as costas e fui embora. A competição terminou ali, sem chance de revanche, afinal há muito tempo não sei o que é trocar uma fralda ou dar de mamar de madrugada.

Rá! Essa eu e minha pequenina, que insiste em desenhar as pessoas sem braço, ganhamos de lavada!


Até semana que vem, 


...sempre pronta porque queira eu brincar ou não, o jogo continua.




52 comentários:

  1. Gente que legal, amei o texto, fiquei com dó da criança geniozinha.

    Bejim.

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  2. Olá Rafaela.
    Gostei muito de ler. O que vejo é que a sua menina é uma criança feliz e saudável que sabe o que é brincar e ser criança. Isso é que é importante o resto tem muito tempo.
    Lembro-me que a minha mais velha tinha dificuldade em contar até 10 já com cinco anos. E eu estava preocupada porque regra geral as crianças nessa idade contam bem até 10 ou mais. O avó de um menino da mesma idade dizia todo orgulhoso que o neto já contava até 100... Eu triste dizia a mim mesma, a minha Cati não vai ser boa a matemática vai ser um problema na escola... Pois ela hoje já tem 13 anos, tem sido muito boa aluna a matemática e tem boas notas. Agora com o mais novo já nem me preocupo porque cheguei a conclusão que tudo tem seu tempo.
    Beijinhos grandes.

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  3. nossa que texto incrível adorei kkk tive pena da criança genioza, realmente é complicado crianças pequenas.. não tenho muita paciensia. .
    adorei o texto.
    Da uma passadinha no meu blog ?
    -> Estilo 4 U

    Abração
    Não deixe de conferir...
    Divulgue seus sorteios | Facebook

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  4. Me sentindo sendo você e minha pimpolha sendo essa vandalazinha! Que na realidade não passamos de mãe e filha felizes.

    Aqui onde moro é interior. Cidade pequena, uns conhecendo os outros, mas, aqui é bem desenvolvido pois temos muitas faculdades e universitários na cidade, que passa um longo período por aqui.
    Mesmo com muita gente informada, as pessoas retrocedem ao tempo no quesito comparações.
    Tinha uma menina bem próxima de mim, que tem duas crianças, mas insistentemente vive de comparações, o filho menor é da idade da minha. E pense? É uma disputa sem fim! Quando não dá para comparar o filho, com minha menina, compara a filha quando tinha idade da minha. O pior que várias vezes, não só eu, mas quem conhece a figura, já viu várias das mentiras dela. É de se espantar e assustar. Ela tropeça nas próprias mentiras. Eu só esculto e fico incrédula.
    Não sei porque tanta comparação, se eu na frente dela, sou bem desprovida de bens materiais, sempre com um veiculo ultrapassado, sempre contanto e economizando os vinténs e minha filha sempre com objetos ultrapassados. Sem falar que ela tem uma mansão, que mais serve pra ela está se exibindo do que pra própria morada. E minha casinha? É pequena, mas felicidade tem de sobra.

    Aprendi que com pessoas assim distância é pouca, jamais chegarei a esse degrau de comparações! Prefiro viver no meu cantinho, do que está me contaminando com mentes como essa.
    Ainda escultei até demais. Porque quem me conhece, fala pra me afastar.
    Mentes pequenas se dão bem com o mesmo gênero.

    Rafa acredito que somos felizes, por ter crianças, saudáveis e que amam brincar!

    Beijo enorme!
    Lorena Viana

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  5. Hahahaha amei o texto e já vivi algo parecido.
    Beijos

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  6. adorei o texto!
    beijos, Renata
    www.garotasurbanas.wordpress.com

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  7. Vilma querida, bem vinda!!
    Você chegou para por em palavras nossos pensamentos. Nada mais instigante e divertido do que nos vermos através de suas claras observações.
    Um olhar perspicaz e apimentado.
    bj grande e sucesso!!!

    Fabiana Thomé

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  8. hahahahahahaha

    adorei!

    bem vinda, vilma!!!

    existem comparações mesmo, o tempo todo, mas a gente é que acaba se comparando, na maioria das vezes. Eu acho que nós nos colocamos na condição de seres testados o tempo inteiro, quando, na realidade, o bate-papo poderia soar bem informal mesmo.

    mas a preocupação de mãe está sempre comparando: será que o meu filho está crescendo bem? será que está aprendendo direito? será? será? eu estou tentando ser mais relaxada, veremos...

    beijos!

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  9. hahahahaha simplesmente adorei o post!!! quero mais...

    bjo bjo
    Brechózinhoo!

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  10. Oi Vilma,
    Sabe que essa comparações as vezes são surpresas da vida para valorizarmos o que temos, não adianta o homem ainda tem um instinto de super ego e sempre acha que sua grama é melhor do que a dos outros, mas no fundo no fundo a do vizinho incomoda por ser mais verde, então a auto defesa de dizer o que o meu é melhor é a melhor forma para nunca estar para trás... Agora será que é necessário esfregar na cara dos outros que seu filho faz isso e aquilo, acho que cada um tem seu tempo, deixe o será para lá e curta a sua pequena!! Eu estou louca para engravidar e agradecer pelo presente que Deus me der e curtir cada momento junto com ele, por isso valorize o que pensa e dispensa essa sua amiga, pois o legal de tudo isso é compartilhar momentos bons e não competir por quem cresce mais rápido!
    beijos,
    Adorei
    Beijos
    Tati
    www.romantiquinha.com.br

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  11. Vilma, que texto bacana!!! Vale a reflexão. É muito comum mesmo vivermos em meio a comparações (nada saudáveis) depois da maternidade. Não compactuo dese tipo de comportamento porque acho que cada criança tem seu próprio tempo e não há que se fazer comparações entre elas. Abraços e espero ler mais textos bacanas como esse!
    www.maenopaisdasmaravilhas.blogspot.com

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  12. Pior é que mesmo sem querer a gente cai nessa!
    bjos
    Dani

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  13. Eu adorei esse final haushua'
    Eu acho que criança tem que ser criança, brincar com brinquedos de criança e não com as coisas dos adultos! Nunca vi isso, brincar com Iphode, euhein! Prefiro mil vezes aquela que sai espalhando brinquedo pela casa com a boca tooooda suja de nescau haha' com certeza, meus filhos serão assim! Nada de era digital pra eles!!
    Excelente terça!
    Beijinhos ;*

    http://www.bycarolinaa.blogspot.com.br/

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  14. Com certeza essa menina que faz tudo "direito" e é muito esperta deve ser uma chatinha de galocha kkkkkkkkkkkkkkkk

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  15. Hahahahaha,eu amei este texto,poxa eu faço comparações!

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  16. Adorei o texto, uma ótima reflexão!
    Eu acho que as crianças devem aproveitar o lado bom de ser criança, muito chato querer ficar competindo.
    Bjos
    www.deliriofashionista.com

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  17. Oi Vilma!
    hahahaha adorei!
    Sabe acho que o mundo de hoje é muito competitivo e eu não tenho muita paciência com isso não.
    Graças que a sua vandala juvenil é apenas uma criança! Ela vai ter bastante tempo pra pensar no seu futuro!
    Parabéns, adorei o texto!
    Beijos
    http://www.terapiafeminina.com

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  18. Acho que cada caso é um caso, cada família é uma família. Sei que deve ser inevitável fazer comparações, mas acredito que o mais importante é ser feliz e não ligar para os outros!

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  19. não ligue! Cada criança é diferente!

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  20. Que história linda.
    Não tenho filhos e ainda tenho 18 anos, mas é incrível como essas comparações continuam para o resto da vida. E muitas vezes nós mesmos é que as criamos.

    Beijos

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  21. Amei!!! Huahauhau!!! Principalmente a parte de deixar a história sem revanche!!!


    Beijinhos, beijinhos!
    A Garota Veneno!

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  22. Excelente post :)
    É ... e tem gente que acha que a competição só existe no mercado de trabalho, né?
    A vida nos ensina desde cedo e nossos valores são criados em cima disso.

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  23. hahahahhha, adooorei a história!
    realmente, a revanche foi sensacional!
    beijooos!

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  24. Oii Vilma, não tenho filhos rsrs mas achei interessante a história é as competições começam de pequeno mesmo, e ainda não entendem porque quando adultos somos tão estressados rsrsrs se somos educados a competir.

    Enfim, achei bacana sua conclusão final sobre sua pequena vândala rsrs, seria muito legal se todos os pais chegassem a essa conclusão e não incutisse nos filhos o lema competição.

    Beijos

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  25. Rsrs, é bem isso, mesmo sem perceber entramos nesse jogo, que loucura né!!!? Gostei da historia!

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  26. Ahh que show!!!
    Dicas para mãesss... quem sabe um dia eu não passe por tudo isso!!!
    Por enquanto só armazeno!!!!rsrsrsrs

    Beijos
    CS
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  27. kkkkkk adorei o texto, acho que nós competimos tanto, que nem os filhos escapam dessa.

    Bjs

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  28. uahauhauaa ameiiiii! sabe que essa competição acaba até existindo quando são nossos irmão muito mais novos, por que do jeito que as avós, tias e amigas falam dos seus irmãozinhos ou filhos, a gente sempre se acha menosprezado pelos talentos de nossos nenêns! Imagino quando tiver os meus rebentos =s
    beijos!
    Vivi Becker

    http://manaideguria.com.br

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  29. Oi Vilma, bacana seu post . Eu nao tenho filhos, mas m~ae tem destas coisas.
    Beijos

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  30. Hehehe. Engraçado e verdadeiro o texto.
    Mas acho que é uma coisa normal, né? Quando não é descontrolada hehe.
    Beijo

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  31. Olá minha querida Rafa! Nossa, amei o texto! Super legal e engraçado! Ah, bem-vinda, Vilma!
    Mil beijos, saúde e sucesso sempre.
    laylafonseca.blogspot.com

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  32. Quando comecei a ler pensava em pequenos que conheço são adultos apesar da idade e quando adultos futuros deprimidos pq ser assim não é criança , concorda.....,dai toma leitinho na mamadeira entende pq deprimida não sabe se é criança ou não , agora corresponder essa mãe deve ser duro resumindo tem que ir as duas tratar .....rs
    Beojos Pat
    patriciajorge.blogspot.com

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  33. que legal teu blog, adorei conhecer *---*



    http://www.fugindodarotina.com

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  34. Texto divertido e interessante, bem condizente com a realidade que vivemos!
    Boa terça-feira!
    Fica com Deus!
    Beijo!

    http://nannacunha.blogspot.com.br

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  35. Hahaha muito bom, Vilma.
    Seja bem vinda, querida.

    É verdade, hoje em dia tem cada mãe tentando competir que tá difícil viu?

    Beijos!

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  36. Adorei o texto, muito bom viu, realidade de muitas, beijinhos :D

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  37. Que texto maravilhoso relatou o cotidiano de muitas mães mundo a fora, amei!

    Beijos mulher antenadíssima ♥♥♥

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  38. Parabéns pelo texto Vilma!! Muito bom e seu blog também..ótimas matérias e já estou te seguindo. Bjs.Sandra

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  39. adorei! t espero sempre no tofu ;)

    www.tofucolorido.blogspot.com

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  40. Adorei o texto!!

    http://retalhosdourados.blogspot.com.br/
    Beijos

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  41. Amei o texto, acho que criança tem que ser criança, certa é sua filha. Essa história de dar celular pra criança que mal sabe falar é o cúmulo. Bjoooooo!

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  42. Oii amr *-*
    rsrs,fico muuito FEEEEEEELIIIZZZ ,que você goste do meu blog,aiin muuito obrigada ,mesmo!
    Emfim# ,seu blog,é um amr *-*,eu super que amei!
    Beijinhos,boa sorte com essa vida!
    karenselajaalmiron . blogspot . com . br

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  43. Oie Vilma =)

    Bem não sou mãe, mas concordo que essa competição maluca que a sociedade vive começar muito cedo mesmo... infelizmente.

    Gostei bastante do seu texto. Acredito que ele reflete um pouco a realidade de muitas mães de hoje.

    bjus;***

    anereis.
    mydearlibrary | bookreviews • music • culture
    @mydearlibrary

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  44. hahaha! Profissionalíssimo o texto! Eu adorei! Mas só me perguntei uma coisa: esperta não é com S?? está com X no texto! Foi de propósito?
    Parabéns pelo texto!

    Beeeijooos

    http://re-becah.blogspot.com

    http://www.youtube.com/user/blogdareh/featured

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    Respostas
    1. Foi, foi sim, porque o esperta com s seria para indicar que a menina é "astuta", mas foi usado com x para indicar que a menina é "perita", ou expert (do inglês) e assim fazer uma brincadeira de que a menina é mais do que astuta é uma perita no assunto ;)

      Rafa (copiando a resposta da Vilma)

      Excluir
  45. ahuuhauha Amei!
    Não tenho filho/filha, mas tenho um sobrinho que acompanhei desde a gravidez, então me identifiquei! haha
    Beijos!!

    http://blogfashion4fun.blogspot.com.br/

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  46. AMEI!!
    Não sou mãe (e nem serei...pelo menos tão cedo), mas tenho afilhados e te entendo perfeitamente. Aliás, eu não gosto de quem enaltece muito os filhos (netos, sobrinhos, etc.). Eu fico pensando "e o que isso tem de tão especial? o meu afilhado faz muito melhor" hahaha
    E eu achei que a sua filha é muito mais feliz :D hahaha

    Beijos

    Jéssica
    Fashion Jacket

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  47. Muito bacana o texto.
    Realmente existe muito isso de comparar, e eu detesto... Mas existe e a gente tem que lidar, neh?!

    Beijos!
    Tapete Vermelho
    Fan Page Tapete Vermelho

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  48. A Rafinha, Parabéns por essa "nova" parceria heim?
    Adorei o texto :P
    Com certeza é desse jeito que eu quero minha filha, correndo por aí, quebrando coisas e sendo só uma CRIANÇA :D
    Beijo

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  49. Oi, Rafa não dá pra comparar acho que cada criança tem seu tempo eu mesma já passei por vários momentos como esse pensando que meu filho era a criança mais atrasada da face da terra, mas percebo que não adianta forçar a barra, pois quando eramos criança nem celular tinhamos e ninguem morreu por conta disso. Me lembro de uma vez que fui a doutora e meu filho fazendo a maior bagunça, correndo e gritando enquanto o filho da outra mãe ficava sentado que nem uma estátua jogando o que me pareceu um video game portátil no colo da mãe e acho que tinha a mesma idade que meu filho. Nessas horas temos que pensar que nem você será que queremos que nosso(s) filho(s) seja antenado na tecnologia que nem um robo ou queremos que eles sejam crianças. Desculpe pelo testamento, mas fiquei inspirada.

    Bjssssssssssssssssssssssss, Dani Cardão.

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