O Brasil e os concursos de Miss

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Semana passada, contei brevemente a história de Martha Rocha, a eterna Miss Brasil e dividi o post sobre os concursos de beleza para não ficar cansativo, então aqui vai a segunda e última parte da história das Misses no Brasil.

 

Martha Rocha foi o estopim para o sucesso dos concursos de Miss Brasil ao longo dos anos 60 e 70, sendo sonho de vida, da maioria das mães e moças do país. Os concursos conseguiam reunir mais de 20.000 pessoas no local e posteriormente ficou ainda mais popular com a transmissão da TV Tupi.

Desde 1954 o Brasil participa do Miss Universo e na década de 60 era referência, para outros países,  na organização e realização dos concursos. O único ano em que o país ficou de fora foi em 1990 quando o concurso não foi realizado em terras tupiniquins.

O Brasil até hoje conseguiu dois títulos de Miss Universo, com Ieda Maria Vargas em 1963 e Martha Vasconcellos em 1968, porém nenhuma das vencedoras é tão lembrada como Martha Rocha.

 

Hoje o concurso busca reconquistar o público e no Brasil o Miss Universo voltou a mídia em 2007, mais uma vez por conta de uma segunda colocação considerada injusta, com a mineira Natália Guimarães.

Não sei se os concursos voltarão a ser tão empolgantes e populares como nas décadas de 60 e 70, porém o sonho continua para muitas garotas.

 

Outras Misses que fizeram e fazem sucesso após sua coroação.



 

Espero que tenham passado bons momentos revivendo a era das Misses Brasileiras.

Bom feriado para você!
Amanhã estarei com as minhas maricotas, visitando blogs queridos e colocando a leitura em dia. Divirta-se e até quarta-feira

Revista Capricho, Abril 1995

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E já tinha chorado as pitangas por aqui, contei que perdi a edição de abril de 1995 da minha coleção de revistas Capricho, aí não me dei por vencida e fui atrás de alguém que tivesse e eu pudesse comprar.

E foi o que eu consegui! Comprei a revista, demorou uns 7 dias para finalizar a compra e mais uns 10 para enviar – drama – e nessa última semana chegou!!! Acho que entendi porque ela não estava junto com as outras. Ô edição chata! Hahahah.

Ainda bem que a revista chegou no final de abril e no próximo sábado já abro a de maio!

Agora chega de mimimis e vamos aos destaques da Revista.



Personalidades de Abril, 1995

Alexandre Borges, Julia Lemmertz e a figurinha repetida dessa época, Luana Piovani.

A moda cropped:

Quando vejo blogs de moda dizendo: Novidade! Moda Cropped. Lá no fundo da minha memória, vem essas imagens da moda dos anos 90.

Engana-se quem pensa que essa moda é de agora ou dos anos 90, ela vem lá... junto com a Madonna e outros astros do anos 80... mas vamos ver e falar sobre isso, quando a história da moda avançar aqui no blog.
 

Beleza

Essa sessão começava a crescer na revista, nessa edição de abril tem muito mais informações de beleza do que nas outras.




Até segunda,



Ps.: Tive um problema com a minha conexão, por isso o blog ficou abandonado nesse sábado. Promessa é dívida e aqui está o post prometido!

Filme De volta para o futuro – Curiosidades

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Você já pensou na possibilidade de conhecer seus pais na sua idade e ainda por cima ficar amigo deles? Será que seriam amigos? Seriam da mesma turma?



Foram exatamente essas perguntas que deram início ao roteiro do Filme De volta para o futuro de 1985.

Sinopse

O filme conta a história de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente volta no tempo de 1985 para 1955. Ele conhece seus futuros pais no colégio e acidentalmente faz sua futura mãe ficar romanticamente interessada por ele. Marty deve consertar o dano na história fazendo com que seus pais se apaixonem e com a ajuda do Dr. Emmett Brown, encontrar um modo de voltar para 1985.


O filme é muito legal, não só pela a história que é bem amarrada, pela direção de Spielberg, quanto pelo figurino que é perfeito, além das referências do ano de 1955!

A época, como já vimos por aqui, marcou a ascensão dos adolescentes como um importante elemento cultural, o nascimento do rock n' roll e a expansão dos subúrbios, acrescentaram um sabor a mais ao filme.

Nas cenas em que Marty volta para o passado de seus pais, além das roupas, é possível perceber o comportamento dos jovens, da família e os valores daquele período. Sem falar das músicas, já que uma parte do filme se passa no baile de formatura de seus pais, então é possível observar as roupas do dia-a-dia dos personagens como as roupas de baile.

 

Curiosidades

Vários estúdios recusaram o roteiro, a época era de sucessos como Porky’s e De volta para o futuro era considerado muito inocente. Então a dupla de criadores resolveu levar o filme até a Disney, porém uma mãe que se apaixona e beija seu próprio filho, não era coisa de filmes Disney. Até que a Universal aceitou produzir o filme.

Eric Stoltz foi contratado para interpretar Marty McFly e até iniciou as filmagens, porém, o ator e os cineastas concordaram que o papel principal deveria ser de um ator mais jovem. Foi então que os produtores foram atrás de Fox, que aceitou e refez as primeiras cenas.

 

Para alegria de quem apostou no roteiro, o filme quando lançado se tornou o maior sucesso daquele ano, arrecadando mais de US$ 380 milhões em bilheteria. Isso sem contar no sucesso de crítica.

O filme faz parte de uma trilogia de sucesso contando com os filmes: De volta para o futuro II e III e posteriormente virou desenho animado.

Marty originalmente viajaria no tempo dentro de uma geladeira e teria a ajuda de uma explosão nuclear para isso, entretanto os produtores ficaram com medo que as crianças começassem a se trancar dentro das geladeiras.

O bad boy Biff Tannen, ganhou o sobrenome de um executivo da Universal Pictures, que se comportou muito mal durante a primeira reunião com os criadores da trilogia.

 

Christopher Lloyd inicialmente recusou o papel, mas por influência de sua esposa, acabou lendo o roteiro e aceitou o trabalho. Lloyd se inspirou em Albert Einstein e no maestro Leopold Stokowski.

 

As cenas dos anos 50 foram gravadas nos estúdios da Universal e foram as primeiras a serem gravadas. E depois de 100 dias de produção a equipe técnica teve de correr para conseguir estrear em 3 de julho como era a vontade de Spielberg.  Mais de 8 minutos foram cortados, como quando Marty vê sua mãe colando em uma prova e várias tomadas de efeitos, ficaram prontas a uma semana da data de finalização do filme.

 



Prêmios:

Foram várias as indicações, mas levou mesmo o Oscar de Melhor Edição de Som.

Por que assistir:

Foi reconhecido como o 10º melhor filme do gênero de ficção científica, pela American Film Institute.

O filme ocupa a 28ª posição na lista dos 50 Melhores Filmes Colegiais, da Entertainment Weekly.

Faz parte da lista dos "100 Melhores Filmes de Todos os Tempos" da Total Film.

É um dos filmes selecionados para preservação da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significante".

Foi eleito o 56º melhor roteiro da história pelo Writers Guild of America.

 

Tá bom ou quer mais? Espero que tenha gostado de saber um pouco mais desse clássico do cinema.

Volto amanhã com a minha tag favorita – Revista Capricho de 90's – vocês não vão acreditar, mas eu consegui a edição de abril de 1995 que faltava na minha coleção!!!

Até breve!



Ficou curioso? Quer saber mais sobre esse filme, clique aqui. Mesmo pesquisando no livro: 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer, na Wikipédia tem muito mais informações, que os fãs foram complementando de várias fontes.

Anos 50 - Martha Rocha

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Com o final da Guerra, voltou-se a organizar concursos de beleza em muitos países. Em 1952 nos Estados Unidos, teve início o Miss Universo – concurso que tornou nossa Miss e Diva de hoje, muito famosa - foi patrocinado pela marca de roupas Pacific Mills, depois pelos grandes estúdios de Hollywood até ser comprado em 1996 por Donald Trump.

O primeiro concurso de Miss Universo teve a participação de 29 representantes de outros países, além de outras participantes de estados americanos.

No Brasil o primeiro concurso de Miss foi em 1954 e por conta de uma baiana chamada Martha Rocha, o Miss Brasil transformou-se em um grande sucesso por longos anos.

 

O início

Martha Rocha é a sétima filha mulher de seus pais e diz a lenda que a sétima mulher tem um “it” a mais, ou até mesmo que a sétima, será uma bruxa! Martha não fugiu das crendices e envolveu o mundo com sua beleza e marcou seu nome na história.

Aos 18 anos recebeu o convite para participar do concurso Miss Bahia e mesmo não acreditando muito e contra a opinião de seu pai, Martha não apenas participou, como venceu!

Do Miss Bahia para vencer o Miss Brasil foi um passo! E em julho de 1954 Martha Rocha chega na Califórnia representando o Brasil no Miss Universo. Ao chegar, a baianinha encantou a todos, inclusive o público americano que a apontava como favorita a coroa.

Martha foi apadrinha por diversas boutiques nacionais, todas apostando e patrocinando a beleza ímpar da Miss Brasil.

 

Miss Universo 1954

Como é de conhecimento, Martha não venceu o concurso, ficou em segundo lugar e rezava a lenda que foi por conta de 2 polegadas a mais no quadril, o que fazia muito sentido, afinal ela era brasileira!

Porém a história não é confirmada por Martha e há ainda quem diga que foi a imprensa nacional, presente no evento, que decidiu inventar essa história para justificar a vitória da Miss Estados Unidos, que venceu a favorita em um evento organizado e realizado em solo norte-americano.

Chuncho! Marmelada! Maracutaia! Esse foi o pensamento geral do país que nunca mais esqueceu da linda baiana, a sua eterna Miss Brasil e para sempre nossa Miss Universo. Até bolo ela virou, uma receita tão doce quanto Martha.

 

Atualmente...

Há alguns anos Martha Rocha, venceu um câncer e sofreu um grande golpe financeiro, atualmente pinta quadros e dizem que Martha continuar uma senhora muito elegante e educada.

Em uma entrevista, quando um jovem repórter, esquece com quem estava falando e pergunta qual é peso de Martha atualmente, ela responde como uma verdadeira dama:

“Não me peso há muito tempo. Devo ter engordado um pouco em função dos remédios para o tratamento do câncer. De qualquer forma, acho que você, um moço educado como percebi, não seria capaz de me submeter a um teste desta natureza a essa altura dos meus 73 anos, não é mesmo?”.

Obviamente o repórter se recolheu em sua falta de educação e mudou de assunto.

 

É ou não é, para admirar não só a sua beleza da juventude, como a sua beleza e sabedoria em saber envelhecer? Uma diva com certeza!

Semana que vem, a última parte dos posts sobre os concursos de beleza. Dessa vez andaremos mais um pouco no tempo, partiremos de Martha Rocha, aos dias de hoje. Aguarde, por que mais coroas e rainhas da beleza desfilarão por aqui!

 

Até amanhã, com um filme que retrata os anos 50 de uma maneira bem divertida!

Te espero! Até lá,



A Rainha dos recordes!

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Primeiramente gostaria de agradecer ao convite da Rafa e à recepção que tive de todos vocês. Meu nome é Robinson, mais conhecido por Rober, e iremos nos encontrar uma vez por semana para falar sobre o mundo pop e suas divas.

Adoro música, mas não sou perito, ouço apenas por lazer e, portanto, não teremos aqui análises musicais. Quero falar sobre as novidades das cantoras pop e vez ou outra apresentar um lado delas que talvez muitos não conheçam. E se alguma notícia envolver polêmica, eu tentarei ser o mais imparcial possível (não vamos ser tendenciosos, não é mesmo?!).


 

E para provar mais uma vez que Madonna está com tudo e nunca perdeu o reinado, lá vem ela com a promessa de quebrar mais um recorde.

Além do fato do seu mais recente álbum MDNA ficar em primeiro lugar em 40 países quando ainda estava em pré-venda no iTunes, agora é a vez da MDNA Tour ser a quarta turnê feminina mais lucrativa da história (e ainda nem estreou).

A turnê já arrecadou 250 milhões de dólares (lembrando que a anterior Sticky & Sweet arrecadou 408 milhões, sendo a recordista).
 

“Now I can tell you about success, about fame...”

Madonna ainda mantém o título de cantora internacional que mais vendeu CD no Brasil, seu MDNA já é certificado de Platina no país e Ouro na Alemanha, Austrália, Espanha e Portugal. Mesmo com a queda na segunda semana de vendas, ainda figurou em oitavo lugar na Billboard.

Sem contar que a Rainha do Pop ultrapassou Elvis Presley como artista com mais álbuns em primeiro lugar no Reino Unido.

Está bom para você?!




Nos vemos na próxima semana!







Referências:
madonnaonline.mtv.uol.com.br
kochism514.wordpress

Inverno 2012 - 5x Burgundy ou bordô

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Para não ficar preso só ao passado, resolvi inserir uma nova sessão que irá ao ar sempre na terça-feira, para apresentar o que o mercado da moda aposta como tendência para esse inverno de 2012.

Já contei o que as moças usavam nas décadas de 20, 30, 40 e 50 - faltava falar da nossa moda! Espero que goste de ver por aqui as principais apostas e tendências da moda nesse ano.

Se no ano passado a cor do inverno foi o caramelo ou camel, esse ano a principal aposta é o bordô ou burgundy, principalmente porque as lojas já estão recheadas de peças nessa cor, democratizando o uso do burgundy, tanto nas roupas, quanto nos acessórios.


Aí você me pergunta, como se pronuncia isso?

Clica aqui para ouvir.
Escolha a opção do meio com a voz feminina, a minha favorita!

Porque Burgundy?

Burgundy, em inglês, vem de um vinho de Borgonha que tem essa tonalidade de um bordô com nuances puxando para o marrom.

Atualmente se usa o nome em inglês, para que se tenha um padrão universal. Manter o nome original facilita encontrarmos o que queremos em qualquer parte do mundo.



Principais combinações do burgundy/ bordô: Branco, cinza, marrom, azul marinho, caramelo, mostarda, preto, rosa e nudes.

Por que investir nessa cor?

Porque é uma cor clássica, assim como o caramelo do ano passado, pode ser usada em outras estações sem ficar marcada como a tendência do inverno de 2012.

Até amanhã, com o post sobre o mundo pop. Espero você!

Tchau!



Não esqueça!

Pense no que tem no seu armário e como vai combiná-lo, essa é uma boa dica para não chegar em casa com a roupa nova e descobrir que nada combina com nada.

Moda anos 50 no Brasil

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Meu marido disse que eu já devo ter cansado você com informações dos anos 50, eu espero que não! rs. Tenho dividido os posts por temas, para ficarem gostosos de ler.

E prometo que faltam poucos para passar para a década de 60. Agora vamos mais uma vez entrar no túnel do tempo e saber o que a mulherada no Brasil usava nesse período.

 

O que se usava?

Coitada da moça que não tivesse uma saia godê bem ampla, no estilo New Look, essa era a moda das moças burguesas e aristocráticas de todo o país. O palco da maior parte da moda era o Rio de Janeiro, lá a sensação era comprar os moldes originais de grandes costureiros, que eram comercializados nas luxuosas lojas de tecido.



Quem eram as inspirações?

Se na América existiam dois tipos de beleza – as ingênuas (Audrey Hepburn) e as sensuais (Marilyn Monroe), aqui no Brasil elas estavam dividas entre as vedetes – que se assemelhavam as pin ups – e as das elegantes – que andavam com roupas de grife, seguindo o modismo da alta costura europeia.

 

Vedetes, usavam roupas justas, com fendas, brilhos, decotes e um arsenal de beleza, apostavam em cílios e unhas postiças, batom vermelho e muito de salto alto.

Elegantes, usavam as famosas saias rodadas e godês, muito tailleurs bem cortados, saias lápis com blusas brancas, muita renda e nervuras para um ar fofa e delicada, joias em ouro com pedras coloridas, bolsas feitas de crocodilo – que feio! – luvas e chapéus com abas largas.

Além desses perfis, as novelas de rádio lançavam moda e os concursos de Miss Brasil eram a grande sensação do período – Aguardem o post de Marta Rocha!



Indústria da moda

Com a moda sendo destaque na mídia, algumas lojas e indústrias de tecido surgiram no Brasil e se destacam a Casa Canadá, que vestia as mulheres mais elegantes do Rio de Janeiro e já inseriam elementos nacionais em seus modelos New Look, como bordados com motivo de flores locais.

 

Já no final dos anos 50 a fábrica de tecidos Bangu, realizou alguns desfiles de moda no país e também na Embaixada do Brasil em Paris, apresentando a nossa moda para o mercado internacional, com a beleza brasileira, estampas tropicais e tecidos finos e leves, como o 100% algodão.

Em São Paulo a indústria Matarazzo também despontava na moda com tecidos voltados para o mercado das tendências do período.



Curso para moças e manequins

Na década de 50, no Rio de Janeiro surgiu o Socila, um curso inédito voltado à educação social, que incluía: etiqueta, postura, elegância e aulas de maquiagem e cabelo. Logo o curso se desdobrou em formação profissional para manequins.

 

Vinte anos depois, aqui em Curitiba, existia o Espaço Socipar (1972-2002), com o mesmo currículo do Socila, era uma parceria com o já famoso curso da década de 50. Foi criado para auxiliar na transição entre o rural e urbano que o estado do Paraná passava e as moças daqui precisavam daquele It, que as moças do Rio de Janeiro e São Paulo já desfilavam a tempos.

Eu fui uma das moças que frequentou esse curso quando tinha 13 anos!

Hoje sei para que serve cada copo na mesa, que talher se deve usar para cada alimento, tive meu primeiro curso de maquiagem, trabalhei muito a postura desfilando em uma passarela e tive aula de moda e elegância, com prova prática: do que usar em cada ocasião e lembro de ter perdido pontos por montar um look sem o cinto, em uma calça que tinha passador!

Agradeço a minha mãe por ter me proporcionado esse aprendizado de origem cinquentinha em plena década de 90. Fui uma moça moldada na elegância do Socila dos anos 50! Que chique!

Até amanhã!



Ps.: Meninas não se esqueçam, arrume a postura, encolha a barriga, levante o queixo, pose de miss e sorria – gargalhar jamais, pois isso é coisa de pistoleira, ou perigueti como se diz hoje. Que conselho mais fora de moda, esse meu... é meu passado Socila/Socipar voltando, hahahah..

5 coisas sobre o blog

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Essa não é nenhuma tag, mas achava importante escrever um pouco sobre o blog... Estou organizado as coisas por aqui... E gostaria de compartilhar com você!



1. O blog é sobre o que?

No início não sabia ao certo do que falar e falava de tudo um pouco...

E com o tempo o blog foi ganhando forma e hoje o foco ficou na moda, filmes, minha cidade, revista, personalidades e curiosidades.





2. Como funciona a escolha das postagens?

Tenho um cronograma de postagens com mais de um mês programado, nele eu coloco os temas que gostaria de escrever, a cada dia da semana. Isso tem me ajudado a organizar as ideias e a fazer minhas pesquisas para cada assunto.

Para os posts de moda, conto com a ajuda de mais de 5 livros e inúmeras revistas, assim fico tranquila de que estou oferecendo uma boa leitura, à você que passa por aqui.



3. Porque está postando sobre a história da moda?

A moda é democrática, ela é pra mim e para você, assim como música, não é necessário ser músico para gostar e cantar no chuveiro e não é preciso ser formada em moda para andar bem vestida.

Mas um pouco de informação do porque as coisas são assim hoje, é válido.

Não tenho a pretensão de ensinar nada, quero compartilhar aquilo que sei, com quem já sabe e entende, como para quem ainda está caminhando na moda e formando seu próprio estilo. Afinal todo mundo precisa comprar roupas, por que não escolher algo com a sua cara?



4. Dias de postagem

Post de segunda à sábado. Antigamente achava que seria fácil publicar todos os dias, mas depois de um tempo, começou a ficar complicado e excluí o domingo, como pausa criativa!



5. Cronograma de postagens
  • Segunda, Terça e quinta - apresentarei a história da moda, divas e curiosidades.
  • Nas sextas, continuo com os filmes para o final de semana.
  • Na quarta-feira, teremos um convidado, super antenado no mundo pop! O Rober – ele irá compartilhar comigo e com você, as novidades das divas da música pop. São posts que sempre tive vontade de escrever, mas me faltava conhecimento para postar por aqui. Por isso, Rober seja muito bem-vindo ao Rafaelando.
  • Aos sábados será um dia para falar sobre mim (minhas maricotas ou sobre o blog) e também para aquela tag da revista Capricho da década de 90, que tanto gosto de relembrar por aqui.

 

Pra finalizar...

Me sinto feliz e realizada escrevendo e é muito bom saber que tem alguém como você aí do outro lado. Obrigada!



Até segunda-feira!

Filme Grease

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O blog está viajando pela moda através das décadas e para cada uma, seleciono filmes que tratam do período e em se tratando da década de 1950, Grease não poderia ficar de fora! Selecionei esse, porque retrata bem a juventude do período, o comportamento, as preocupações e principalmente os modismos.

O filme foi lançado em 1978 e é baseado em um romance de Bronte Woodard.

 

A história

O filme se passa na Califórnia no final da década de 50 e conta a historia dos estudantes, Danny (John Travolta) e Sandy (Olivia Newton-John), que no verão iniciam um romance e trocam muitas juras de amor, fazendo Sandy achar que encontrou o amor de sua vida, afinal Danny era perfeitamente romântico, mas ao final do verão são obrigados a se separar, pois ela voltará para a Austrália.

O destino dá uma mãozinha e Sandy não viaja e ainda por cima vai parar na escola de Danny.

Só que Danny, na escola, não é o cara romântico das férias de verão e para manter sua fama na escola, acaba esnobando Sandy. Ela sofre e ele sofre, porque continuam apaixonados.

O resto da história de amor acontece enquanto o filme apresenta o retrato da juventude na época.

 

Prêmios

Foram várias as indicações e nenhum prêmio, mesmo sendo um marco de bilheteria (gastou US$ 6 milhões e arrecadou mais de US$ 360 milhões) e estando na 20ª posição na  Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, o filme não foi reconhecido. As indicações foram:

OSCAR
Indicação 1979
Melhor Canção Original - "Hopelessly Devoted to You"

GLOBO DE OURO
Indicações 1979
Melhor Filme - Comédia/Musical
Melhor Ator - Comédia/Musical - John Travolta
Melhor Atriz - Comédia/Musical - Olivia Newton-John
Melhor Canção Original - "Grease" e "You're the One that I Want"



Curiosidades

Olivia Newton-John ganhou o papel de Sandy após a atriz Marie Osmond recusar a personagem – Marie não lembra Miley Cyrus?

 

Durante as filmagens o ator Jeff Conaway teve que andar levemente inclinado, de forma a fazer com que o personagem de John Travolta parecesse mais alto que ele - Lembrei de Tom Cruise, ninguém pode ser mais alto do que ele, nos filmes, rs.

 

Apesar dos personagens serem adolescentes, o elenco já tinha passado dessa fase nos anos da filmagem, em 1977 – Parece a trupe do seriado Glee, um monte de jovens de 25 anos representando adolescentes, rs.

Olivia tinha na época 29 anos enquanto Travolta tinha 24! Sempre achei ele mais jovem do que ela.

Grease teve continuação em 1982, com Michele Pfeiffer como protagonista, porém jamais atingiu o sucesso da primeira versão.


E você? Já viu e reviu o filme? Eu já!

Um ótimo final de semana para você!





Quer assistir ao filme on line, no youtube? Clica aqui. Versão em inglês.
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