Série: The Tudors

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Hoje ao invés de filme, a indicação é de série para o final de semana, no post do Rober já citei The Tudors e como ela já encerrou, você pode se internar e tentar assistir todas as temporadas.





A série se passou entre 2007 e 2010 e é a minha favorita entre muitas que já vi, principalmente para quem gosta da história da monarquia e da Inglaterra.

Vamos ao que interessa? Vou montar o post por tópicos.



Vou gostar dessa série?

Se você gosta de história, filmes e séries de época, de romance, intrigas políticas, um pouquinho de drama, tudo regado com cenas picantes, daquelas que você não assistiria ao lado do seu pai. Você vai gostar.



Do que trata a série?

É a história do lendário rei da Inglaterra Henrique VIII, famoso por seus inúmeros casamentos, por esposas decapitadas, por ter rompido com a igreja católica e fundado sua própria religião - para se divorciar de sua primeira esposa e viver todas as suas aventuras.



São quantas temporadas?

São quatro temporadas.



Primeira temporada

A primeira apresenta o rei já casado com a rainha Catarina e pai de sua primogênita Maria – depois conhecida como Blood Mary – nessa temporada o rei é apresentado como um homem jovem vigoroso, esportista, muito sedutor e conquistador...



É na primeira temporada que somos apresentados a Ana Bolena a mulher que enlouqueceu o rei de tanta paixão e o fez solicitar a anulação de seu casamento com a rainha Catarina, mesmo tendo vivido anos ao lado dela e tendo uma filha, fruto dessa união, o rei achava que o casamento não foi válido.



Segunda temporada

Na segunda temporada vemos a ascensão de Ana Bolena, todo o jogo político por trás dessa união, as inúmeras tentativas de Ana dar um herdeiro ao rei e a sua queda.

Nessa segunda temporada odiei Ana e sofri com ela.
 

Terceira temporada

Já na terceira vemos um rei mais cansado, sem o vigor inicial devido uma queda que o deixou manco e com uma ferida que nunca cicatriza. Nessa temporada tem o casamento com Jane Seymour que deu ao rei seu único filho homem e Ana Cleves – Joss Stone – finalizando com o romance e casamento com a jovem Catarina Howard.

É nessa temporada que conhecemos o lado mais cruel do rei.



Quarta temporada

Na quarta e última temporada, vamos aos dois últimos casamentos do rei – o fim trágico do casamento com a rainha Catarina Howard e sua última esposa Catarina Parr.

Somos apresentados às princesas já crescidas – Maria e Elizabeth, essa última, filha de Ana Bolena e que iria reinar por anos encerrando a linhagem dos Tudors na Inglaterra.



A série segue fielmente os acontecimentos históricos?

Não, entretanto a linha mestre sobre o rei é muito fiel, os maiores desvios estão nos personagens adicionais. Alguns se misturam e outros não existiram, mas é possível conhecer e apreciar a história do rei Henrique VIII, por meio dessa versão romanceada para a tv.



E você gosta de assistir séries estrangeiras? Será que essa história te agrada?

Eu sou viciada, já assisti tudo e comecei a rever. Gosto muito da história, dos figurinos, dos atores... Ah os atores! Alem do rei Henrique que é muito diferente e mais bonito do que o retratado em pinturas, ainda tem o seu melhor amigo, o duque de Suffolk. Olha só!





Por hoje é só, aproveite o seu final de semana com a família, no cinema, em uma festa com os amigos, namorando, lendo um livro ou assistindo de The Tudors. Seja feliz e divirta-se!



Segunda-feira estou de volta e te esperando.

Até lá.



Revista Capricho junho 1995 – parte 2

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Essas são as últimas dessa edição da Capricho de junho de 1995. Semana que vem abro a de julho.

É chato admitir, mas sou da geração da primeira temporada da série Malhação – nem eu acredito que a novelinha adolescente de hoje, também já fez parte da minha adolescência.

 

A revista selecionou apenas alguns personagens, vamos ver o antes e depois de cada um?
 

 

 







Além desses houveram outros personagens, como eu falei, que não foram listados nessa apresentação da Capricho. Olha só os adolescentes que faltaram nessa edição:
 



Adoro encontrar a Gisele Bündchen nas revistas antigas da Capricho, é interessante como ela quase nunca era a modelo principal como foi por exemplo Luana Piovani, Gisele era normalmente secundária nas fotos.

Os tempos mudaram...
 



E como o tema da revista para o mês de junho era o dia dos namorados, nada como uma reportagem sobre o beijo, além de dicas de como beijar, vamos ver se vocês aprenderam a beijar segundo essas dicas? Tem alguém beijando aí de olho aberto?
 




Viu só, para beijar tem que participar, conforme a dica de número 2.  Todo mundo expert na arte do beijo?



Obrigada pela visita!

Te espero amanhã com filmes para o final de semana.

Tchau.



A diva do soul retorna

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Acredito que Joss Stone dispensa qualquer apresentação. Há tanto para se falar sobre ela, diversas vezes premiada, elogiada por sua voz, performances ao vivo e simpatia, e está quase completando dez anos de carreira.

Alcançou a fama em 2003 com o seu primeiro álbum, The Soul Sessions, que recebeu certificação de multi-platina. Muitos se surpreenderam ao perceber que aquele vozeirão estava vindo de uma menina de 16 anos.

Eu conheci a cantora quando Right to be wrong, single do seu segundo álbum de 2004 – Mind, Body & Soul - entrou para a trilha sonora da novela global “Como uma onda” (sim, eu era noveleiro). Quando ouvi aquela voz e aquela melodia, corri para a loja descobrir a dona daquela música e voltei para casa com o CD nas mãos. Depois não parei mais.
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Mas não estamos aqui para falar de mim e de como a conheci. Pois bem, não sei se vocês sabiam, mas em 2010 a cantora deixou a sua gravadora, EMI, para abrir o seu próprio selo, o Stone’d Records.

Tudo aconteceu quando num belo dia ela acordou e resolveu gravar um CD sem falar com os executivos da gravadora. Com o trabalho pronto (demorou uma semana para ficar pronto), a gravadora se recusou a lançar “Como você gravou um álbum sem falar conosco?!”.

Atrasaram o lançamento de Abril para Outubro de 2009. Na época a cantora declarou “eles quiseram me calar, mas mexeram com a mulher errada”. O álbum: “Colour me Free!”. A faixa de abertura do álbum mostra uma Joss Stone implorando “FREE ME, EMI, FREE ME NOW” (Liberte-me, EMI, liberte-me agora), repetidas vezes até acabar a canção.

Stone revelou que a gravadora também brigou com ela em relação à arte da capa, considerando-a muito “ofensiva”. Foi mudada para um simples texto e sem fotos da cantora na edição Americana, nos demais países do mundo a capa permaneceu original.

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No encarte do CD, nos agradecimentos, Joss Stone escreveu “Estou contente que este álbum finalmente verá a luz do dia e com o mesmo fôlego me dará o presente da liberdade. Para respirar, cantar, escrever, ou para não fazer nada disso, para se ter uma escolha”.

Se você entende Inglês, veja a cantora comentando sobre esse “incidente” aqui.

Mesmo após ter deixado a gravadora (ela teve que pagar para isso), a EMI lançou em 2011 um álbum de compilações, chamado The Best of Joss Stone 2003-2009. Agora dona do seu próprio nariz, ela lançou em 2011 o LP1, nome simbolizando o primeiro “LP” sobre o selo independente.

A propósito, Joss Stone também é bem conhecida por suas performances de “pés descalços”. Já veio ao Brasil diversas vezes e deu o que falar quando participou do Rock in Rio 2011. A cantora Inglesa não cantou no palco principal, e dizem que assim que o seu show começou, toda a atenção do local foi desviada para onde ela estava se apresentando, até as pessoas que estavam no palco principal esperando pela próxima apresentação, deslocaram-se para ouvir a bela Joss.
Ela foi uma das convidadas para o Casamento Real Inglês e também deu o que falar com um look simples, sendo bastante elogiada, enquanto muitos gastaram milhões e não tiveram o mesmo sucesso. “Eu nunca paguei uma fortuna numa roupa”, diz ela. “Eu só uso o que eu acho bonito.”

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Simpática, pés no chão e dona de uma voz poderosa, este ano Stone nos presenteia com outro álbum de covers (assim como quando iniciou a carreira), o título não poderia ser outro: The Soul Sessions Vol. 2. Será o sexto álbum da carreira (sétimo, se considerarmos o The Best Of).

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Ao que tudo indica, esse é o primeiro single do novo álbum, The High Road - escute aqui. 

E aqui uma versão acústica de While you’re out looking for sugar.

Parece que a cantora ainda irá lançar o LP2 que será todo acústico. Vamos aguardar. Para mim tudo o que a Joss faz é maravilhoso, pois é uma das poucas cantoras que canta com a alma.

As novidades dela terminam aqui. Por enquanto, vamos aguardar a chegada de The Soul Sessions Vol. 2 e nos deliciar com sua belíssima voz.
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Nos vemos na próxima quarta.
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Uma curiosidade da minha série favorita The Tudors, ainda vou falar sobre ela aqui.
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E ai curtem Joss Stone? Mais alguém já assistiu The Tudors?

Até amanhã, com mais recortes da revista Capricho de junho/95.

Estarei te esperando. Tchau.

Rafa

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Referências: imagens: essaseoutras.com.br, solarnavigator.net, silhuetarquitetonica.files.wordpress.com, soulified.com, popline.mtv.uol.com.br, dominiopink.blogspot.com, fontes:en.wikipedia.org, jossstonebr.com, 

Como usar Jaquetas: Aviador e Perfecto

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As jaquetas de hoje não são novidades, na verdade são dois clássicos que retornaram com tudo em 2010/2011 e continuam no coração das mulheres nesse inverno também.

São as jaquetas no modelo aviador e perfecto, a primeira é bem inverno, pois são forradas e bem quentes, já as perfecto são as mais vistas por aí, isso por que vão bem, tanto no inverno como no verão - em materiais mais leves.
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Jaqueta Aviador

Agora é impossível falar dessas jaquetas sem lembrar de Tom Cruise em Top Gun, que na época fez o modelo retornar a moda.
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Jaqueta Aviador ou “flying jacket” - são jaquetas que datam da Segunda Guerra Mundial, criadas para os pilotos de aeronaves abertas. A jaqueta militar ganhou as ruas e tornou-se popular principalmente por que eram sinônimo de bravura.

As jaquetas aviador originalmente eram feitas de couro e forradas com pele e posteriormente lã de carneiro. Atualmente é possível encontrar esses modelos em tecidos sintéticos.
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Jaqueta Perfecto

Dizem que este modelo foi uma evolução do modelo aviador e encontrei muitas versões sobre o surgimento dessa jaqueta, mas nada de fato comprovado.
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O que se sabe é que a perfecto caiu nas graças da turma da moto e ficou muito famosa com o Marlon Brando nos anos 50. Não é a toa que o modelo desde então tem ares de rebeldia e liberdade.

Entretanto ela nunca ficou esquecida e de tempos em tempos uma nova tribo a descobre, como aconteceu com os punks nos anos oitenta, fixando de vez mais um atributo que a jaqueta também carregava, mesmo que suavemente: o estilo rocker.

Em 2009 e 2010 esse modelo caiu nas graças de outra tribo, as fashionistas, que adoraram as inúmeras combinações que podem ser feitas, além de acrescentar ao visual todas as referências que a perfecto carrega: rebeldia, liberdade e um ar rock and roll. E foi aí que a jaqueta ganhou um novo atributo na moda - o modelo é também muito feminino.

Atualmente a jaqueta perfecto continua fazendo sucesso entre as mulheres e até virou item básico do guarda-roupa feminino – está listada no check list de inverno do Guia de Estilo, da Editora Abril, 2012.
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E você gosta de jaquetas? Acha que o modelo perfecto veio mesmo para ficar e merece ser considerado um item básico do guarda-roupa feminino?
Espero que tenha encontrado looks interessantes e inspiradores. Na próxima terça-feira, aí sim as duas novidades desse inverno 2012, em casaco e jaqueta. Não perca, as imagens estão lindas.
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Por hoje é só! Obrigada pela sua visita. Amanhã Mundo Pop com o Rober, estaremos te esperando.
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Agradecimento: Não poderia deixar de agradecer aos amigos que curtiram a página do blog lá no facebook – obrigada fiquei muito feliz! E se não conhece a fanpage do Rafaelando clica aqui e curte para receber os posts e as novidades. Prometo não decepcionar.
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Referências: Imagens são do site chicisimo.com e uma do leblogdebigbeauty.com – Outros materiais de pesquisa: Enciclopédia da Moda, Georgina O`Hara Call. Sites: modaspot.abril.com.br e en.wikipedia.org.

Moda anos 60 – parte 3 (final)

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A década de sessenta foi muito singular na história recente da humanidade, deixando até hoje – e talvez por muito tempo ainda – seu rastro de originalidade e renovação.

Esse é o último post dos modismos sessentinhas que tenho pesquisado, não duvido que ainda tenha deixado algumas coisas de fora, porém acho que é um bom resumo para conhecer brevemente a moda desse período.

 

Iê- Iê- Iê: refrão da música dos Beatles, Yeah, Yeah, Yeah o termo foi usado para descrever as roupas do início dos anos 60.

Bolero: Casaquinho de origem espanhola aberto, com ou sem mangas. Ressurgiu nas décadas de 60 e 70, sendo trajado com saias ou calças. Para noite, eram populares os boleros de veludo preto.
 

Camisetas: Camisas de algodão em forma de T, com mangas curtas, eram usadas sob a farda durante a Primeira Guerra Mundial, sendo mais tarde adotadas pelos operários. Desde a década de 60, são muito populares. São conhecidas também como T-shirt.

Catsuit: Macacão justo, em geral de mangas compridas, fechado com zíper ou botões na frente, desde o umbigo até o pescoço. Foi popular na década de 60 e costumavam ser usados com botas.

 

Gola Peter Pan: Na década de sessenta eram usadas por mulheres e crianças, em vestidos ou blusas.

Canelado: Tipo de ponto usado em malharia artesanal ou industrial provido de caneluras. É utilizado na tecelagem de acabamentos e modelos de blusas, saias, vestidos e cardigãs. A blusa justa de canelado estreito esteve na moda nos anos 60. Também é conhecido como rib.

 

Gola rolê: Muito usada na década de 60, nada mais é que uma gola alta e justa em malha ou pulôver de tricô.

Cintos: Nos anos 60 viam-se com frequência cintos de couro, de plástico e correntes douradas. Houve uma breve tendência de cinto caubói com uma fivela grande.

 

Bijuterias: Feitas de pedras falsas ou semelhantes as preciosas, seguem as tendências da moda. Na década de 20 ganhou o status de acessórios com mérito próprio, deixando de ser simples imitação. Nos anos 60 o desenhista de bijuterias, Lane, experimentou fazer bijuterias com vidrilhos utilizados para adornar sapatos toalete. O talento de Lane estava no despudor ao copiar peças valiosas e em sua maneira inventiva de misturar plásticos ou pedras semipreciosas. Suas criações continuam influenciando outros criadores de bijuterias.

Colete: Na década de 60, como parte da explosão geral da moda, as mulheres usaram o colete, preferencialmente os riscas-de-giz.

 

Meia-calça: A meia-calça colorida é um dos símbolos dos anos 60. Houve também as meias com padrões de listras, rendas e geométricas. As meias finas três-quartos, que vão até o joelho ou canela eram usadas com calças compridas.

Guarda-chuva: Nessa época tornaram-se acessórios de moda e foram produzidos em modelos de cores alegres.
 

Havaianas: No Brasil a empresa Alpargatas criava o famoso modelo de chinelos de dedo em borracha, inspirada na zori japonesa. Por muitos anos restringiram-se a calçados de baixo custo, até 1994 quando tornaram-se cultuadas também pela moda internacional.
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E esse foi o fim dos modismos da década do Iê- Iê- Iê.

Acho que consegui reunir as maiores referências da década de sessenta e foi possível rever modismos estranhos atualmente e aqueles que ainda estão presentes nos dias de hoje ou aqueles que nunca saíram de moda como a mini-saia.

Se você perdeu as duas primeiras partes da moda anos 60 clique aqui: parte 1 e parte 2.

Na próxima segunda-feira, um post especial sobre a beleza dos anos 60 – cabelo e maquiagem que até hoje fazem sucesso entre as mulheres. Não vai perder!
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Amanhã moda inverno 2012 e agora que o inverno, de fato, começou, nada melhor do que conhecer as jaquetas mais queridas dessa temporada. Te espero.

Obrigada pela visita.

Tchau.
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Referências: História da moda no Brasil, Gilda Chataignier – Enciclopédia da Moda, Georgina O`Hara Call.
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