Filmes: Sete dias com Marilyn, O motoqueiro fantasma 2, Eu queria ter a sua vida

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Mais um final de semana com três filmes que assisti no final de semana que passou. Tem filme para vários gostos, abaixo a minha opinião sobre eles.


Sete dias com Marilyn

Eu adoro a história de Marilyn Monroe, já assisti filme, vi seriado e li livros sobre ela e o que me atrai na história dela, é que sempre tem algo de novo, uma visão diferente sobre a diva/

Até por que ela gostava de fantasiar fatos da sua vida, então sempre surge alguma coisa nova daquilo que era dito na época.


E esse filme eu assisti achando que detestaria a atuação da Michelle Williams, afinal tinha uma atriz mais sem sal para fazer o papel da sensual e voluptuosa Marilyn? Acho que não.

Eu achava por exemplo que a Scarlet Johansson faria melhor e não precisaria usar o enchimento que a Michelle usou para ganhar as curvas da eterna diva platinada.


Bem, quebrei a cara, Michelle conseguiu traduzir as três personalidades que o papel exigia nesse filme (uma Marilyn dopada por remédios, melancólica e algumas vezes muito sensual) foi possível esquecer os enchimentos e até a falta de semelhança entre a atriz e MM.

A história é legal por que conta a visão de um assistente de produção que conviveu com a Marilyn em uma filmagem na Inglaterra e eu não conhecia a história.



Tem também minha atriz favorita, Vivian Leigh, a eterna Scarlet O`Hara de E o vento levou, que foi casada com Laurence Oliver, com quem Marilyn contracenou nesse filme e foi interpretada pela atriz Julia Ormond.



Outra grata surpresa foi ver a eterna Hermione de Harry Potter, interpretar outro papel. Eu gostei do filme, meu marido não gostou.

Veja a sinopse aqui e o trailer aqui.



O motoqueiro fantasma 2

Dormi no meio do primeiro filme – isso está virando um hábito chato – marido gostou do primeiro e acho que eu não gostei, afinal não sei qual foi o final da história.


Para essa sequência recebi a indicação da minha prima e sempre daminha de casamento, hoje fisioterapeuta, Bruna, que disse ser um filme melhor do que o primeiro. De fato foi, consegui assistir o filme até o final sem dormir.

Não é o tipo de filme que eu goste, a história não foi ruim, os efeitos melhoraram, mas enquanto marido gostou desse eu preferi a história cheia de blá, blá, blá de Marilyn.

Sinopse aqui e trailer aqui.



Eu queria ter a sua vida

Esse filme assisti por que estava passando na tv. Eu e marido começamos a assistir e fomos até o fim. Acho que é uma comédia romântica, com a diferença que os protagonistas são homens e a visão dos fatos, é deles.



Tem cenas engraçadas, outras tristes e outras desnecessárias. Enfim, é comédia romântica, não tem muito mistério. 

A história não é original, mas é legal, tem o Ryan Reynolds e a Olivia Wilde que fazem a alegria do telespectador e telespectadora.


Fala sobre as delícias e dificuldades da vida matrimonial, de ter filhos, de conciliar trabalho, família e paternidade, sempre de maneira leve, como uma comédia romântica deve ser. 


Eu gostei e acho que marido também gostou, afinal rimos juntos em várias cenas.

Sinopse aqui e trailer aqui.


Você já assistiu algum desses filmes?




E é isso, mais uma semana passou voando... e a página do blog no facebook está com 99 fãs, quem será o 100º a curtir?

Um ótimo final de semana, aproveite, por que semana que vem tem feriado, eu tenho mais uma viagem marcada, reta final das obras aqui de casa e em breve novidades virão... Por isso descanse, leia, namore, vá ao cinema, curta, divirta-se, por que segunda-feira estarei te esperando.



Até!



Pollyanna, livro e filme

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Bem, a revista Capricho de agosto de 95 acabou, eu não estampei mais nenhuma revista e o mês não acabou... Então hoje a indicação é de livro!

Você já ouviu falar do jogo do contente? Seja como Pollyanna?
Eu já!

As vezes, quando falo isso as pessoas não sabem do que estou falando e eu me pergunto: como? É um clássico, uma história que não deve ser esquecida.

Então se não leu o livro, talvez fique interessado em ler e mesmo que por alguma razão não leia, a partir de agora você saberá quem é Pollyanna e o que é o jogo do contente. Vem comigo!


Pollyanna por muito tempo foi considerada sinônimo de bondade e otimismo e muitas crianças e lojas foram batizadas com esse nome na época em que o livro foi publicado, 1913. O livro conta a história de Pollyanna, uma menina que ficou órfã e foi morar com sua única tia viva, a amarga Polly.

A menina tem como filosofia o jogo do contente, mas ao invés de eu te contar, vou deixar a Pollyanna te contar o que é o tal jogo:



Enfim, Pollyanna sempre enxerga o lado bom das coisas, a alegria e otimismo transformam a vida de todos a sua volta.

Eu lembrei do livro por que esse final de semana peguei o finalzinho do filme, de 1960 baseado no livro e fui perguntar para a minha mãe onde estava o livro, por que quem leu esse livro pra mim foi a minha mãe - que tem a leve desconfiança de que não terminamos.


Isso por que no meio do livro me rebelei com a minha mãe, não conseguia compreender o jogo do contente e a alegria da Pollyanna me irritava! Não lembrávamos quando minha mãe leu, mas o mistério se resolveu depois que vimos a data na capa do livro. Eu tinha onze anos.

Se terminamos o livro eu não sei, acho que sim, mas como assisti o filme, talvez eu me lembre do final da história por causa disso. Vai saber... eu era tão rebelde. Sei que quando algo ruim acontecia e minha mãe queria que eu visse o lado bom da coisa, eu sempre repetia: não sou Pollyanna.



Depois do enorme sucesso de Pollyanna, a autora Eleanor H. Porter, escreveu a continuação, que no Brasil recebeu o nome de Pollyanna Moça, esse eu ainda não li.



Caso queira assistir o filme, no youtube tem o filme completo em português. Clique aqui. É um filme da Disney feito para toda a família assistir.



Eu trouxe o livro comigo e agora sou eu quem vai contar essa história, para a reclamona Isadora – um livro, três gerações.


Até amanhã com mais três filmes para o final de semana.




Circulando pelo Mundo Pop

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Como esse Mundo Pop não sossega, vamos ter que dar mais uma voltinha. Vamos lá?!





AGORA É A VEZ DO CLIPE

Já falei aqui quando estreou o novo single de Mariah Carey – Triumphant (get ‘em), mas na semana passada estreou o videoclipe. 



Apesar de muitos fãs reclamarem de Mariah estar fazendo papel de coadjuvante em sua própria música, os elogios aos vocais impecáveis foram muitos. Eu também concordo que a presença dos rappers é excessiva, mas se quiser a versão sem eles, vale lembrar que ela lançou duas versões remixadas de seu single e só dá ela nos vocais. 

O clipe é bem bonito, e Mariah está com aquele cabelão que eu adoro. Lembrei do clipe Illegal da Shakira, porque a história se passa também numa luta de boxe. 

Confere aqui


MADONNA DIZ “SORRY”


Madonna gravou um áudio para os seus fãs da Austrália, já que a MDNA Tour não vai passar por lá e já faz 19 anos desde o último show da tia Madge naquelas terras. 

“Eu apenas gostaria de dizer aos meus fãs australianos que estou verdadeiramente e realmente muito triste por ter desapontado vocês e é algo que eu não me sinto bem.” 




A cantora disse que o motivo é para ficar mais perto de seus filhos.

O áudio e a tradução na íntegra você pode conferir no Madonna Online: aqui.



THE DOG DAYS ARE OVER


A vocalista e líder do grupo Florence + The Machine, Florence Welch, anunciou que fará uma pausa na carreira de cantora. 



Ela pretende ficar um ano sem trabalhar. Neste ano de 2012, em função de problemas nas suas cordas vocais, ela foi obrigada a cancelar alguns shows. 

A cantora vai aproveitar que a gravadora não a está pressionando para lançar um novo trabalho e então tirar umas férias merecidas e cuidar de sua voz.



DO JEITO QUE VEIO AO MUNDO


A cantora Lady Gaga revelou que tem ficado completamente nua durante as gravações do disco Artpop

Com a nudez, ela acredita que a voz fica mais límpida e sem chiados e que também consegue desenvolver performances mais emocionantes e poderosas. 


A boa notícia, na verdade, é a de que vem trabalho novo por aí, não é mesmo?! Enquanto isso é fazer contagem regressiva para os shows no Brasil em Novembro.



CAIU NA REDE

Apareceu na internet uma versão demo da nova música de Christina Aguilera “Your body”, mas pelo visto já retiraram do ar. Muitos fãs gostaram do que ouviram mesmo não sendo a versão final da música. 


Cantora flagrada nos bastidores de seu novo clipe

A faixa foi produzida por Max Martin e mistura um pouco de dance com R&B. Vasculhei a internet atrás dessa demo, mas retiraram de todos os sites. O negócio mesmo é esperar. A propósito, gostei desse cabelo colorido.



NELLY FURTADO VAI PARA BEVERLY HILLS


A cantora foi convidada para participar de um episódio da série norte-americana 91210

Os fãs poderão apreciar Nelly nas telas em Novembro. Não é a primeira vez que ela participa de séries, a canadense  e descendente de portugueses já fez participação em Roswell e One live to live.


Vale lembrar também que a Nelly está prestes a lançar seu novo álbum The Spirit Indestructible que já está com o segundo single lançado (que tem o mesmo nome do álbum). 

A cantora é a principal compositora e também produtora executiva de seu novo trabalho. Achei a capa do disco muito linda e estou ansioso pelo lançamento. Não sei se eu já comentei sobre, mas confira aqui o segundo single.


E em seu site, existe um link para uma campanha bem bacana, ao comprar uma camiseta regata personalizada da cantora, a pessoa estará ajudando a construir uma escola no Kenya.

Veja aqui.




E é isso, tenham uma ótima semana e nos vemos com mais Mundo Pop em breve. 


Até!











Referência: cifrasclubnews.com.br, dn.pt (Diário de Notícias)
Imagens: justjared.com / madonnanow.com.br / usatoday.net / chicclic.blogspot.com / gossipandgab.com / digitalspy.co.uk / pt.wikipedia.org

Como usar: Clutch - Moda Inverno 2012

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Terça-feira é dia de tirar o pó do post de segunda-feira, com a história da moda e falar de moda atual.

Várias tendências já passam por aqui e o que mais notei foram os itens que passam de temporada para temporada... e é assim com o acessório que escolhi para hoje, que promete continuar em alta nas próximas estações, seja na sua forma original ou nas suas variações, a clutch.


Clutch é aquela bolsa pequena usada só para carregar o essencial e que antigamente era vista apenas em eventos noturnos e em materiais nobres.

A clutch é queridinha das celebridades e muito vista nos red carpets, confere:



A moda promete carregar a clutch para mais um verão, seja em sua versão clássica ou apenas inspirando a maneira de carregar bolsas e carteiras.

Segue algumas imagens do tal acessório com as anônimas em looks de street style.



Variações: Day clutch, (ref. Carla Raimond, editora de moda – revista Estilo) bolsa tipo pasta ou envelope.

No meu look não vai faltar a bolsa tipo pasta ou envelope, mais conhecida como a “clutch do dia”. Lilian Pacce, apresentadora do GNT Fashion.





Truque de estilo, usar a bolsa com a alça solta carregada como uma clutch (ref. Olívia Hansen, editora de moda - revista Glamour).



                                                                                                                        

Esse post foi um pedido da minha pima Fabeana, espero que também tenha gostado das várias inspirações com esse acessório para esse inverno e o verão 2013.

Clutch – um acessório de princesa! 




E você gosta da clutch e carteiras? 

Eu tenho, mas não uso muito, na verdade uso raramente, pois quando se tem crianças é difícil carregar uma bolsa pequena.


Não vai esquecer, amanhã tem Mundo Pop com o Rober.

Até.








Referências: site – GNT e revistas - Estilo, Glamour, Claudia, In Style, Marie Claire Portugal e Elle Portugal.

Quer saber mais? Programa Mais Você, um vídeo super didático sobre a clutch com a participação de Carol Trentini e GNT Lilian Pacce, um vídeo com as tendências verão 2013, escolhidas por alguns editores de moda.

A moda dos anos 70 no Brasil

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No Brasil, país do carnaval, não foi difícil vestir-se de jardineira, cigana, camponesas, marinheiras ou odaliscas, afinal as brasileiras não tinham medo de ousar e experimentar as novidades.

Essa nova estética funcionou no Brasil também como catarse, apagando a rigidez que a ditatura militar impunha naquele período.

Os anos 70 deram início, em nosso país, ao culto das marcas e ao império do jeans. A marca que conseguiu capitalizar estes dois fenômenos foi a Fiorucci, trazida ao Brasil por Glória Kalil, em 1976.



Olha o que Glória Kalil falou sobre a Fiorucci no Brasil:

Numa época na qual a exportação era proibida, final de 1977, a  Fiorucci foi a primeira marca de grife a entrar no mercado brasileiro. Todas as informações vinham de viagens que eu fazia a Itália e selecionava tudo que pudesse ser usado no Brasil. Absolutamente tudo era refabricado no Brasil. O mais importante é que a  Fiorucci antes de ser a primeira marca de grife a entrar no país, foi a primeira ligada ao segmento jovem de jeans e abriu portas para grandes marcas como Forum e Zoomp. 

(fonte: www2.uol.com.br/modabrasil)




Em São Paulo, surgiram várias butiques, localizadas principalmente na rua Augusta, a região mais badalada. Novos estilistas se juntaram a Clodovil e Dener – José Gayegos, Guilherme Guimarães e Ronaldo Esper.

Outro fato que marcou a moda nacional, foi o desaparecimento e morte do militante de esquerda, Stuart Angel, que fizeram emergir o arrojo e coragem de sua mãe, a estilista Zuzu Angel. 

Lançando mão de sensibilidade criativa e para compensar a dor da perda, Zuzu criou uma coleção que denunciava a ditadura militar: anjos negros crivados de bala, projéteis e tanques do exército tornaram-se estampas de suas peças e ganharam os jornais.



O episódio de Zuzu tem grande importância tanto para a moda brasileira, pois é a prova de que a moda nada tem de alienada e é parte integrante da cultura na que se insere, assumindo o compromisso e contradições dessa cultura quando se faz necessário.

A história da estilista foi recontada em 2006, no filme Zuzu Angel, dirigido por Sérgio Rezende que retrata além de uma parte da história brasileira, a paixão de uma mulher pela moda e a busca de uma mãe pelo seu filho.


Se tem um filme que retrata a moda nacional nesse período e vale a pena ser visto é esse! O figurino é de Kika Lopes, que foi fiel à época, retratando os exageros dessa década e da estilista, que por muitos era considerada cafona por usar e abusar dos babados e rendas.

Veja o trailer aqui.


Eu conheço pouco sobre Zuzu Angel, aprendi mais pesquisando para esse post. E você conhecia a história da moda nacional nos anos 70? Lembra da Fiorucci?

Eu lembro, tive uma calça da marca.



Espero que tenha gostado de mais essa viagem pelos anos setenta, eu particularmente gostei.


Até amanhã!










Referências
: Breve História da Moda, Denise Pollini – História da moda no Brasil, Gilda Chataignier – A moda do século XX, Valerie Mendes e Amy de la Haye – Enciclopédia da Moda, Georgina O`Hara Call. Sites: blogs.estadao.com.br/arquivo/tag/ditadura, www2.uol.com.br/modabrasil e  pipocamoderna.com.br

Filmes: Fúria de Titãs 2, O Artista, Valente

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Esses filmes de hoje foram os que vi na semana passada, com exceção de um que logo eu te conto qual.


Fúria de Titãs 2


O trailer para assistir o filme no cinema estava bem legal, com monstros bem bacanudos e trilha sonora do Marilyn Manson – mas não fui assistir por que minha prima Fabeana disse que não valia a pena. Então se ela falou, está falado.


Afinal se o primeiro foi bacaninha, mas nada uhuu que legal, esse deveria ser bem mais ou menos, então aguardei a chegada na locadora e assisti em casa para confirmar a opinião da prima...


E é isso mesmo, o filme é bem sessão da tarde, daquelas que você muda no meio para saber se não está perdendo nada de mais interessante em outros canais. Vale para passar o tempo.

Veja a sinopse aqui e o trailer aqui.


O Artista


Filme ganhador do Oscar, tinha que assistir, mas não no cinema, então nessa visita à locadora ele veio comigo.

O filme é em preto e branco e não é em widescreen, a surpresa é que o filme todo foi sem fala. Eu sabia que se tratava de um filme sobre o cinema mudo e se passava nos anos vinte, mas o que eu não sabia era que o filme todo é mudo!


Só ouvimos aquelas musiquinhas típicas dos filmes da época. Achei ousado e talvez essa ousadia fez com que o filme ganhasse o Oscar de melhor filme, mas a história não é nada de surpreendente ou original.

Meu marido não gostou e eu curti – para ver uma vez só.

Veja a sinopse aqui e o trailer aqui.



Valente


Esse filme eu não fui assistir... foi assim... eu decidi não assistir, por que ando saturada de desenhos (tenha duas filhas viciadas em desenhos, depois me conta), mas meu marido gosta e as meninas também, então enquanto eles foram assistir eu fiquei batendo perna nas lojas do shopping, vendo as novidades, as novas coleções, enfim me divertindo.

Na saída do filme a Maitê (4 anos) saiu com uma cara assustada e de choro, estranhei, ela não é de chorar, quem chora é a Isadora. Logo fiquei sabendo que ela se assustou com o filme e chorou – me arrependi de não estar ao lado dela nesse momento tão difícil, ó o drama!


Meu marido gostou do filme, a Isadora também e a Maitê mesmo com o medo e o choro, disse que gostou do filme... Eu é que não gostei de deixar meu bebezinho (drama materno ligado) chorando no cinema, fiquei curiosa para assistir e saber se o filme é pesado ou adequado para crianças pequenas como a Maitê.

Sinopse aqui e trailer aqui.

Você já viu esse filme? O que achou?

E os outros filmes, já assistiu?




Assisti há umas duas semanas, A invenção de Hugo Cabret também e acho que talvez no cinema tenha sido mais interessante do que assistir em casa... Mais um filme ganhador do Oscar, que não me surpreendeu.



Enfim, é isso, aproveite seu final de semana, divirta-se, descanse, aproveite para ficar com a família e encontrar os amigos.

Nos encontramos novamente na segunda-feira.

Beijos



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