Rainha Vitória: Filmes, Moda, Noivas e curiosidades

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Essa semana liguei a tv e estava passando o filme A Jovem rainha Vitória, com a Emily Blunt – a Emily do filme O diabo veste Prada – decidi assistir.

Me encantei e resolvi pesquisar mais sobre essa rainha, que teve o reinado mais longo da Inglaterra, 64 anos.


Olha o filme:


O filme é lindo! E para quem gosta de filmes sobre reis e rainhas e com uma dose de romance é garantia de horas deliciosas em frente a tv.

O filme conta a história da rainha Vitória como monarca, seu reinado e também retrata o amor pelo seu marido, o príncipe Albert – que inclusive foi pedido em casamento por ela, já que ele não podia pedir uma rainha em casamento.



Rainha Vitória e as noivas

Depois de assistir ao filme descobri mais curiosidades sobre a rainha Vitória e as tradições dos casamentos. Olha só:

O vestido branco já era usado na antiguidade, mas por volta do século X as noivas passaram a usar vistosos tecidos coloridos vindos do oriente e só em 1840 com o casamento da rainha Vitória, o vestido branco voltou a moda, representando a pureza e o casamento por amor.

O véu também voltou a ser usado depois que a rainha Vitória ousou – pois era um acessório proibido para uma rainha - ao utilizá-lo no dia de seu casamento.

Marcha nupcial a rainha Vitória era fã do músico Felix Mendelssohn. A composição ficou famosa ao ser usada no casamento de uma das filhas da rainha - a princesa Vitória com o príncipe Frederick da Prússia.




A continuação da história...

Na sequência da semana, ainda empolgada com o primeiro filme e as descobertas sobre a Era Vitoriana, segui para o filme Sua majestade, Mrs. Brown.

Esse filme conta a vida da rainha Vitória e seu luto após a morte de Albert. Luto que durou por toda uma vida.



No início do filme podemos observar alguns traços marcantes da personalidade da rainha que estava mergulhada em uma profunda tristeza após a morte de Albert, como: o puritanismo, sobriedade nas vestimentas – marcando uma era com vestidos sem decote, mangas longas e espartilhos - antidemocrática, perpetuadora da autoridade, conservadora e autoritária, características que fizeram seu reinado ser reconhecido como Era Vitoriana.

Posteriormente somos apresentadas ao novo cavalariço, Mr. Brown, o mais fiel serviçal do finado Albert. Mr. Brown consegue fazer sozinho o que toda a corte falhou: trazer a soberana de volta à vida.

No entanto a amizade que surge entre os dois acaba gerando diversas fofocas na corte, pois não admitem um homem do povo (principalmente um escocês considerado arrogante) com tanta influência.


Também um ótimo filme, com plus do fofíssimo do Gerard Buttler super xovem no elenco.




Rainha Vitória e a moda

Embora a rainha não tenha sido uma personalidade de moda, foi responsável por muitas vogas. Sua afeição pela propriedade escocesa em Balmoral, por exemplo, criou uma tendência de peças que receberam o nome da região e divulgou o tartã - tecido de trama fechada originário da Escócia, onde padrões são usados para identificar os clãs.

Ao adotar o traje de luto quando o consorte morreu – suas damas de companhia também deveriam adotar o traje - tornou indispensável que as viúvas usassem esse vestido, provocando o aumento na produção de tecidos adequados nessa cor.*



Outras curiosidades...

Muitos outros fatos aconteceram dentro do reinado da rainha Vitória como: Abolição da escravidão no Império Britânico, redução da jornada de trabalho dos trabalhadores da indústria têxtil para dez horas, direito ao voto de todos os trabalhadores, embora a rainha fosse contra o direito de voto para mulheres, aumento territorial do império britânico, entre outros acontecimentos.




Gostei de conhecer mais sobre a rainha Vitória e você já conhecia? Assistiu algum desses filmes? Contaí.



Uma ótima semana para você, nos encontramos novamente semana que vem.

Até lá.












* Trecho retirado do livro Enciclopédia da moda, Georgina O`Hara Callan, Companhia das Letras.

Livros complementares: Breve História da Moda, Denise Pollini, Editora Claridade. Livro A moda do Século XX, Valerie Mendes, Amy de la Haye, Coleção Mundo Arte.


Opinião: Livro Especiais – resenha

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Finalmente chegamos ao final da trilogia Feios (não lembra ou não viu, veja aqui) e que inclui um livro chamado Extras – com novos personagens e uma nova trama.

O livro:

Não vou colocar a sinopse para não estragar o final de quem não leu os outros livros. Vou apenas contar se valeu a pena embarcar nesse mundo proposto pelo autor.



Opinião:

O autor resolve deixar o livro todo “borbulhante” é ação seguida de ação. Se nos livros anteriores era necessário explicar o mundo e as pessoas que vivem nele, agora o autor pode deixar o blá, blá, blá de lado e ir com tudo para o final de seus personagens.

E deixar o livro todo cheio de ação nem sempre é uma coisa boa, algumas vezes fiquei cansada de tanto correr, pular, me esconder junto com os personagens. Entretanto a vantagem foi que li o livro rapidinho, já que era quase impossível deixar o livro de lado por conta de todos os acontecimentos.

E o romance finalmente desenrolou? Não, patinou, patinou e... me surpreendeu a decisão do autor.

Inclusive não consegui me emocionar com nenhum personagem, na verdade eu consegui foi me irritar com vários deles. Acho que o autor vai bem em narrativas de aventura, mas de romance ele não entende nada, rs.

Conclusão?!

Foi impossível parar de ler no primeiro livro, precisava saber o final de toda essa loucura que o autor criou... e lá se foram três livros e... a trama é legal, mas o fim nem foi tudo isso.

Não gostei do final de alguns personagens e senti falta de romance, drama e emoção em todos os livros, mas especialmente no final.


Neste momento estou lendo Extras – o livro adicional, que conta como o mundo ficou após a trama da trilogia de Feios – deixei o livro no carro e tá devagar, ainda não engrenei... quando terminá-lo faço um post contando o que eu achei.



Espero que tenha gostado de saber sobre essa trilogia, que tanto pode servir como dica de leitura, dica de não leitura ou para presentear alguém que tenha o perfil dos livros desse autor.





Até a próxima.



Vale a ida ao cinema? Cinco filmes que estão em cartaz

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Olá como você está?

Comigo tudo bem, continuo cuidando da casa, levando e trazendo as filhas na escola, indo para a academia quase todos os dias da semana, lendo em um ritmo mais lento (meus livros acabaram) e indo ao cinema uma vez por semana.


E é justamente sobre os filmes que vou falar hoje, só que serei breve, são cinco filmes e o que importa para você, no final das contas, é saber se vale ou não vale a pena ir até o cinema para assistir.


Então é isso. Esse será um post breve para uma semana que começou com feriado para as crianças e professores e mais trabalho para os pais, rs.






Sinopse aqui.
Trailer aqui.

O filme é melhor do que Distrito Nove (mesmo diretor) mas ainda assim, saí do cinema achando que faltou algo. Na minha opinião os personagens são rasos, sem muito contexto e pouco explorados. 

A sensação que eu tive era de que queriam apenas contar sobre os mundos e a revolução, pouco importava quem participou (motivos, conflitos, relações e futuro deles), é impossível se prender aos personagens, mesmo com ótimos atores.

Assista em casa.




Sinopse aqui.
Trailer aqui.

Achei que seria um besteirol no estilo da nova versão de Anjos da Lei, mas me surpreendi. O filme tem uma boa história apesar de muitas vezes apelar em algumas cenas.

Eu gostei, mas só recomendo assistir no cinema se gostar de comédia, caso contrário assista em casa.





Sinopse aqui.
Trailer aqui.

Nem o Ryan Reynolds conseguiu salvar esse filme de cair em mais uma comédia besteirol. A história é fraca, cheia de cenas estranhas, outras nojentas e algumas até que engraçadas. Talvez quem goste de assistir comédias (não é o meu caso) possa gostar desse filme.

Assista em casa.




Sinopse aqui.
Trailer aqui.

Filme bem legal para assistir em 3D onde os recursos são bem explorados. A história lembra “Naufrago” por conta de poucos personagens e poucas falas. O filme é curto e por muitas vezes tenso. Eu gostei. Aposta para levar algum Oscar para casa.

Valeu o ingresso 3D do Imax. 

Assista no cinema.





Sinopse aqui.
Trailer aqui.

O primeiro filme já era fraquinho, mas não era uma animação ruim. O segundo vai nessa mesma linha com gráficos bacanas e uma história leve e fácil de acompanhar. Tem sua graça. Levei as crianças nesse feriado e elas riram e gostaram. Para mim como mãe é o que valeu.

Se for com as crianças, pode levá-las ao cinema, caso contrário assista em casa.




É isso, esse foi um resuminho dos últimos filmes que assisti no cinema, espero que te ajude a escolher um filme que tenha o seu perfil :)

Tem ido ao cinema? Já assistiu algum desses filmes? Contaí.





Até semana que vem!



Revista Capricho - Setembro 1994

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Olá, estamos em outubro e a edição ainda é a de setembro.

Será que aceitam o Fábio Assunção da edição de setembro ou pulamos direto para a revista de outubro de 94?

Hahaha... brincadeirinha!

A edição dessa revista está prontinha. Vamos conferir?!



As meninas da capa, se você não identificou logo de cara são duas figurinhas conhecidas. 

A linda da Lavinia e a mulher do goleiro Julio César, ex-Ronaldinha, a Susana Werner.




E já que estamos com o mocinho da capa, vamos direto para ele – Fabio Assunção. Confesso que ele nunca fez meu tipo, lembram que eu era Marcio Garcia Team?! Kkk.



A sessão mais bacanuda da revista... Dessa vez com um especial de novelas. Olha só!






Na edição passada xingamos juntas o carinha que ia abandonar a namorada grávida, agora o que acha desse bonitinho em destaque?!



Agora uma daquelas reportagens que falam dos prós e contras de namorar alguém mais velho ou mais novo – que na minha opinião não ajudam em nada, afinal quando a paixão chega, que o diga Susana Vieira, não é?! - quem lembra das palavras da reportagem? rs.

Mas acho que nem aos 8 nem aos 80 (anos) kkk.





Era por essas e por outras que gostava da Capricho, ainda mais em tempos sem internet, aprender sobre décadas passadas era divertido na revista.

Mas encontrei um erro, que imagino ser de digitação/edição na parte dos cabelos, o cabelo dos anos 60 está na década de 70 e vice versa. Lembram da pesquisa que fiz sobre a história da moda (veja aqui).

E apenas a título de revival segue uma breve explicação:

Na década de 60 com a popularização dos secadores e técnicas de alisamento para cabelos afros, as madeixas eram modeladas com o secador, que davam um aspecto mais liso e domado aos cabelos. O rabo de cavalo era “o penteado”.

Na década de 70 com a onda hippie os cabelos eram naturais e longos, tanto para homens como para mulheres. Na contra mão estavam os punks com seus cabelos modelados, coloridos e com cortes ousados.


Só para constar, a Maria Rita – filha de Elis Regina – foi estagiária da Capricho, mas no ano de 1995... Ela não tem culpa de nada, sua única culpa é cantar muito bem, rs.



Como eu não termino nunca a história da moda, década de 90 - vamos conferir direto da fonte histórica - como estou veeeelha - alguns modismos desse período, no editorial e nas propagandas.




Agora aquela parte da revista que não tem muito o que falar... são as curiosidades e as imagens falam mais do que eu. Confere.



E por fim, Luana Piovani, a modelete favorita da Capricho na década de 90. Fazia tempo que ela não aparecia, mas para não ficar no hiato, a revista deu um jeito de colocá-la nessa edição.

Para fazer o que? O que minha gente???

Oras, para falar como é uma pessoa do signo de virgem!

Afinal quem melhor do que a simpática e educada Luana para conversar com o público, hã?!



E para as modelos famosas no mundo inteiro, hein? hein? Apenas uma notinha pequena dona Capricho! Ai, ai, ai, que vergonha.

Não se arrependem de ter estampado a Gisele Bündchen poucas vezes e a Luana Piovani milhões de vezes? Deveriam, deveriam...

Fico indignada desde que eu tinha 15 anos... ô mágoa, recalque que não passa hein?! Ahahahah.

Acho que vou incluir esse tópico na minha terapia, kkk.



Agora de despeitada não posso ser mais acusada, ahahah... Depois de 350ml de silicone, peito é  o que não me falta. O que me falta... é acabar com essa minha implicância contra Luaninha, ela é tão fofa, como posso não gostar? rs.


E o que eu tenho feito enquanto não implico com a Luana ou com a minha Capricho? Tenho ido para academia e acompanhado diariamente as amigas e blogueiras pelo instagram – @rafaelaeb.



Se você tem conta no instagram, me adiciona e vamos manter contato diário, ao invés de só uma vez por semana.

Até semana que vem!


Só não decidi se volto com um post de filme ou livro... Acho que vou de filme, senão ele sai de cartaz como já aconteceu com vários outros, kkk. O que você acha?



Bjus.




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